Hello Guest! Welcome to our Website.
Something you might want to know about us.
Don't be hesitated to contact us if you have something to say.
| |
|

PARTICIPE! DEIXE SEU COMENTÁRIO.

810 comentários:

«Mais antigas   ‹Antigas   1 – 200 de 810   Recentes›   Mais recentes»
Anônimo disse...

Adorei a iniciativa.

Sou de outra instituição. Posso enviar artigos e resenhas para o site?

:D

Kérol - Taubaté disse...

Muito interessante o artigo "O GÊNERO JORNALÍSTICO OPINATIVO CARTA DO LEITOR E O TRATAMENTO RECEBIDO NAS REDAÇÕES DO JORNAL IMPRESSO", poucas pessoas dão importância para a relação carta do leitor X resposta da redação.

Também gostei da resenha "O PODER DAS CORES", porque nós, leigos, nunca damos a verdadeira importância para a força que as cores possuem.

Parabéns pela iniciativa!!!

KIKÃO disse...

não to conseguindo abrir os documentos

Ralphy Batista disse...

Gostei muito desse Caderno Eletrônico. Todos estão de parabéns pela iniciativa.

Quero postar mais resenhas!

Paulinho disse...

Muito legal a iniciativa....

um belo espaço para nós, alunos de comunicação, publicarmos nossos textos...

Paulo

Jeferson disse...

Que bom que foi aberta esta oportunidade de comentar os livros que estamos lendo, ou os já lidos.
Começarei pelo livro “Linguagem e Persuasão”, de Adilson Citelli que esta postado como “o Discurso Suasorio”.
Este texto resume bem a idéia do livro exposto, extraindo as idéias básicas de cada capitulo do livro. Parabéns ao Luiz Felipe por deixar esse livro em uma maneira de mais simples entendimento.


Nome: Jeferson Diego da Silva.
1 ano de RTV.

KATCHIPWI disse...

Cá estou mais uma vez para dirigir uma palavra à você que é filósofo sem o saber. Digo filósofo, porque busca um contínuo saber e aprimoramento no ramo da comunicação. Saiba que é publicando as suas ideias, clara apartir do que já foi feito que você, se tornará existinte. Porque infeliz ou felizmente no mundo em que vivemos, somente nós passamos a existir desde o momento em que somos conhecidos. Daqui a celebre frase filosófica. " Existir é ser conhecido". E você só o será para o mundo da comunicação quando se abrir para ela publicando as suas obras.
Portanto, mãos à obra. Tudo está nas suas mãos.
Deus abençoe.
Pe. Bantu

Luiz Felipe disse...

Agradeço ao elogio do Jeferson pela minha resenha!

E, agora parabenizo minha colega de sala, Aline por também ter alcançado o objetivo de passar com muita clareza e objetividade as idéias expressas no livro "Redação Publicitária" de João Carrascoza.
Este espaço para divulgação de nossas próprias resenhas foi muito útil para compartilharmos com outras pessoas nossas ideias e pensamentos!
Valeu a iniciativa! :)

Ninna Serra disse...

Li as resenhas gostei de todas ...
Principalmente a do livro que eu já li, "Linguagem e Persuasão" de Adilson Citelli, e o que estou atualmente lendo de Izidoro Blikstein, "Técnicas de Comunicação escrita".
Parabéns os alunos que escreveram as resenhas.
Como outras pessoas comentaram, elas estão bem claras.
Até quem não leu esses livros, se olhar a resenha, com certeza vai se interessar ...

Adorei a iniciativa, e aproveito para parabenizar todos que estão envolvidos nesse projeto !

Ninna Mª Serra Barboza de F. Reis
1° ano de Rádio e Televisão

Haline disse...

Assim como todos, adorei essa iniciativa, na qual os alunos da instituição possam expor seus conhecimentos, acho de extrema importancia essa parceria com os mesmos, é um incentivo.

Gostei muito da resenha do Luiz Felipe, do livro Linguagem e Persuasão, de Adilson Citelli, a resenha está numa linguagem com entendimento fácil e soube explicar exatamente os pontos mais precisos do livro, mostrando a importancia da persuasão na linguagem publicitária. Parabéns!

Michael Rafael Ferreira (Mike Rafael) disse...

Li o livro "Linguagem e Persuasão" e posso dizer que tudo se aplica no nosso dia-a-dia de comunicador,seja no Rádio (que é o meu caso),na Televisão e na mídia em geral.Parabéns ao aluno Luis Felipe pela resenha " o Discurso Suasorio". Deixou de fácil entendimento

Mônica Silva disse...

Sem dúvida alguma criação deste Caderno de Iniciação Científica foi uma idealizaçã muito bem sucedida, pois, por meio dele os alunos tem a oportunidade com o auxílio dos professores publicar a suas ideias referentes a texto, livros e entre outros, tornando-se assim profissionais com certo diferencial em relação a Iniciação Cientifica, o que pra muitos pode não significar nada por não darem valor a ações como essa de aprendizado, para os que sabem valorizar a profissão almejada com toda certeza saberão como colher frutos dessa experiência

Só tenho de dar meus Parabéns a este projeto tanto por parte dos nossos mestres quanto alunos

A e futuramente tambem estarei publicando meu trabalho por aqui..
Mônica Silva, 2ª Jo

Anna Carolina disse...

COMENTARIO SOBRE O LIVRO ESTRUTURA DA NOTICIA

Nilson Lage busca com o livro Estrutura da Notícia dar noções básicas, porém importantes, de como desenvolver e estruturar um texto jornalístico. Nos três principais capítulos que compõem a obra, são intercalados teoria e exemplos práticos.
A notícia é relacionada com outras formas de texto e tratada sob a ótica do contexto da sociedade moderna.

Anna Carolina
1º Jornalismo FATEA

Anônimo disse...

Gostei muito do estilo do blog, as resenhas são variadas para todos os públicos dentro da Comunicação Social. Em breve estarei postando algum conteúdo aqui também. =)

Um grande abraço a todos.

Tiago José Palmeira
1º P.P. / Fatea

Ana Paula de Almeida disse...

Gostei muito da resenha sobre o livro "Linguagem e Persuasão",de Adilson Citelli. Eu li o livro, e o tema abordado é de muita importância para o meu curso, pois além de ser muito interessante, ainda traz muitas informações essenciais para a minha formação.
A resenha foi muito bem escrita, ós capítulos do livro estão descritos de forma clara e objetiva, que facilitam a leitura e a compreensão até mesmo de alguém que não tenha lido o livro na íntegra.
A iniciativa do blog é muito interessante, pois ela se torna mais uma ferramenta para que, nós, alunos de comunicação social possamos colocar nossos conhecimentos adquiridos na faculdade em prática.

Ana Paula de Almeida
1º ano de jornalismo

Baria disse...

Gostaria de parabenizar os idealizadores da idéia.
É de grande importância termos um acervo deste em nossas mãos, pois nos permite embasarmos teóricamente ao escrever outros artigos.
Percebi também que outras pessoas deixaram indicações de livros, e gostaria também de deixar a minha.
O livro se chama "Criação sem Pistolão" de Carlos Domingos, um livro de fácil e gostosa leitura.
Esta obra é para ajudar os iniciantes da Profissão de Publicidade e propaganda, Onde o autor mostra suas próprias experiências quando trabalhou em diversas agências importantes de São Paulo, Como a W/Brasil e a DPZ.
Quem me indicou este livro foi a Professora Neide.
Creio que este livro ja é um grande passo para quem esteja interessado em iniciar nesta grande profissão.
Espero que se alguém siga a minha idicação goste deste livro assim como eu.

Felipe Baria - 2°PP

Priscila de Mello disse...

Olá!
Adorei o Artigo de JORNALISMO EM QUADRINHOS COMO FONTE DE INFORMAÇÃO – COMO AS HQ´s PODEM AJUDAR NA ÁREA DE JORNALISMO?
Deu para aprender já que estamos bastante focados no assunto: Criar artigo.
Muito bom e Parabens!

Priscila Hrehircec de Mello - 2ºPP
FATEA

Eduardo disse...

Gostei muito da forma com que o Luiz Felipe deixou de fácil entendimento o livro "linguagem e Persuasão" mais claro até mesmo que o próprio livro! Já nascemos com a persuasão e com o tempo aumentamos nossa capacidade de persuadir, na minha opinião!
Agora uma resenha que me interessou muito foi a do livro "Arte e Mídia" que a Lauren Moraes expressou muito bem! minha próxima leitura com certeza será "arte e Mídia". Obrigado Lauren!
Agora pra quem está interessado em saber sobre produção de TV recomendo particularmente o livro que estou lendo, "On Camera" de Harris Watts. Ele fala sobre a produção de filme e video da BBC uma das maiores redes de TV do mundo se não a maior. Estou gostando muito da Leitura que é clara e simples. Recomendo.


Eduardo de Paula Santos 1ºRTV

Angélica disse...

É muito interessante ter um espaço na internet com temas e conhecimentos sobre a nossa área de estudo que muitas vezes não encontramos os livros, além dos próprios alunos participarem diretamente.Vou começar a escrever uma outra resenha, aprimeira é sobre Radio escola que em breve será portado e o segundo vou fazer sobre meu TCC cujo o tema é Análise da transformação do Programa Mais Você:
de um formato tipicamente feminino para um formato que, atualmente, atrai também o público masculino.
È uma preocupação atual, o objeti vo principal é descobrir através da análise geral do programa Mais você os atrativos que estão atraindo o público masculino nos programas femininos
o meu objetivo geral é:
•Pesquisar se os homens estão assistindo aos programas femininos , especificamente o Mais Você.
Se alguem tiver algo para me ajudar será bem vindo.
Em breve postarei uma resenha para que todos tomem conhecimento desta mudança.

erike disse...

A iniciativa e a intenção são espetaculares, pois bem sabemos que este tipo de caderno não é muito comum para muitos, para nós que futuramente trabalharemos na área é extremamente necessário esse tipo de canal para não só publicar nossos trabalhos, mas também ter o acesso a novos pensamentos e novas historias, o caderno é muito viável e pretendo publicar uma resenha contando todas as experiências que obtive nesses quatro anos, destacando todos os pontos positivos e negativos....

Erike Cristian - 4º ano de RTV

Michael Rafael Ferreira 1º Ano RTV disse...

É impressionante como a leitura de um livro pode mudar a visão de uma pessoa, seja na vida pessoal ou no trabalho.Digo isso depois de ter lido o livro de Adilson Citteli "Linguagem e Persuasão". Ele me trouxe uma melhor maneira de aplicar textos em meu trabalho de comunicador, uma melhor forma de me dirigir ao meu público e de transmitir uma informação.Persuadir não quer dizer influenciar de maneira incorreta, mas sim, levar um melhor entendimento do que se quer dizer mostrando o melhor caminho para tal.
Parabéns ao aluno Luis Felipe ,por ter feito tão bem a resenha do livro e de colocar de forma clara o seu conteúdo.

Michael Rafael Ferreira 1º Ano RTV

*Mah Miranda* Futura radialista!! disse...

A iniciativa da criação deste espaço, foi sem dúvida alguma uma idéia brilhante!
Tive a honra de ter minha resenha publicada no caderno - 01 e aconselho a leitura do livro de Marcos Rey , um livro encantador que conta de maneira rápida e fácil os caminhos para a construção de um bom roteiro,sou meio suspeita no assunto afinal sou apaixonada por roteiros...
Este espaço abre a porta para alunos e comunicadores em geral, como fonte de pesquisa e estudo, é uma forma rápida e direta de interação entre os cursos e as sugestões de leitura que os universitários podem propor uns aos outros!
Sucesso!
Abraços!
Marcela Miranda
4º RTV

André Luis disse...

A leitura do livro Linguagem e Persuasão,do autor Adilson Citelli,proporcionou-me o conhecimento de diversos discursos persuasivos,por meio das regras gerais da retórica.E o quanto é importante o conhecimento e o senso crítico,para não se torna mais um indivíduo fácil de persuadir.
Concluíndo,pois a persuasão é a forma de colocar e expressar sua idéia e o método de convencer as pessoas.

Aluno: André Luis Gouvêa Gomes
Curso: 1 ano Rádio e TV

Jordania Faval 1º RTV disse...

O CADIC é uma ótima forma para os alunos de comunicação se sentirem valorizados, eles podem postar suas opiniões e ensinar outras pessoas ao mesmo tempo tornando-os conhecidos nesse meio.
Gostei das publicações, as resenhas são fáceis de entender. Com elas fica mais fácil lembrar os livros já lidos. Sobre o livro Linguagem e Persuasão, é interessante porque sua linguagem é de fácil entendimento e o autor faz explicações com acontecimentos do dia-a-dia. Gostei muito desse dele, é uma boa base pra estudos mais profundos sobre o tema.

Ana Flavia Orcesi de Oliveira 1º Jornalismo disse...

Gostei muito da resenha "O Choque entre o jornalismo e a liberdade", pois este é um assunto de suma importância nesse meio de informações. Todos nós temos direito à liberdade de expressão, temos direito de falar e de opinar. Para se consolidar ideias, para se formar valores sobre algo, precisamos de informações, essas transmitidas pelos jornalistas e nesse ponto que entra a necessidade de liberdade e principalmente a ética. Todos temos essa liberdade citada, porém, devemos usá-las corretamente, ao ponto de jamais ofender o outro. Esse é o princípio de um bom jornalista, que possui plena liberdade de expressão, sabe transmitir uma notícia, seja ela qual for, sem ofender ninguém.

Thamyres Kubo disse...

Li a resenha do livro "O autor na televisão". Estou lendo este livro e achei muito interessante! Tem tudo a ver com o tema do meu trabalho de conclusão de curso que é sobre Construção da personagem. Precisamos realmente ver a importância que o autor tem diante de sua obra.
Este blog está ótimo, parabéns!!

Até mais...

Lucas Barbosa 1 ano Jornalismo disse...

Comentario sobre o livro Estrutura da Notícia de Nilson Lage.

Para eu que estou no primeiro ano de Jornalismo foi um grande aprendizado a leitura dessa obra ,tirei as minhas dúvidas sobre o lead e outas coisas que não tinham ficado muito claras na minha cabeça .Primeiro vou relatar do que se trata cada capitulo dessa obra, no primeiro capitulo Nilson Lage aborda aspectos históricos da informação e da comunicação enquanto ciência, já no segundo capitulo ele explica tecnicas estruturais fundamentais da noticia com bons exemplos que facilitaram o meu aprendizado.
No terceiro capitulo aponta futuros rumos a ser seguido pela notícia impressa, e no quarto capitulo [o meu predileto] ele mostra diversos termos tecnicos utilizados por profissionais da comunicaçao.
Tenho certeza que essa obra vai servir de bussola para mim sempre me orientando quando necessario, confesso que no começo nao estava muito instigado a ler mas apartir do segundo capitulo tudo mudou , agora que venha os proximos livros e os proximos ensinamentos.


Lucas Barbosa 1 Ano de Jornalismo FATEA.

Maria Mariana M. de Resende 1º Jornalismo disse...

Me interessei muito pela resenha do livro "Linguagem e Persuasão", pelo fato de já ter lido e saber da importancia dele em nosso crescimento educacional. No mundo da comunicação é necessário saber persuadir, ter uma boa retórica... Mas a maioria das pessoas não dão muito valor para esses aspectos.

__LeilinhaH disse...

Sobre a resenha dos 40 anos da globo.
Com certeza há um grande monopólio no Brasil na área de comunicação(principalmete no jornalismo), onde a culpa tambem é dos próprios telespectadores, que por preconceito não buscam a variedade na informação.
A globo apesar de ser o maior meio de comunicação impresso, televisivo, etc...tem ainda muito a melhorar e acho que com melhores investimentos.

Jéssica Queiroz 1° Jornalismo disse...

Identifiquei-me muito com o livro “linguagem e persuasão”, por se tratar de um assunto muito familiar a nós alunos de comunicação.O livro trata de uma análise sobre o que é linguagem persuasiva, seus modos de persuasão e como se articula e funciona o procedimento persuasivo. A resenha da aluna foi muito objetiva e clara na escrita, facilitando a todos. O que mais me chamou atenção neste livro de Adilson Citelli é que ele coloca em exposição teórica uma série de exemplos de textos extraídos da publicidade, da religião, dos livros didáticos, da literatura, do jornalismo e da política , uma diversidade de de informações para iniciantes em um curso de comunicação.
Parabéns pela resenha, e parabéns pela iniciativa do blog, um espaço como fonte de trocar nossos conhecimentos e aplica – los.

denise disse...

Comentário do Livro Estrutura da Noticia.
Ao realizar a leitura do livro obtive noções básicas de jornalismo, onde o autor ressalta a importancia do lead, a diferença entre reportagem e notícia deixando também dicas sobre como se tornar um bom profissional na aréa. Creio que o objetivo do autor é deixar termos técnicos e importates de maneira objetiva e explicita ao leitor.
Denise Cristina Moreira
1 ano de Jornalismo

Cadernos de Iniciação Científica disse...

Queridos alunos,

aproveitem as férias para ler algum livro interessante de sua área de atuação, e enviem para o CADIC a resenha para ser publicada. Este é um lugar de discussão e troca de informações.

Boas férias, boa leitura e aguardo o envio de novas indicações de leitura.

Um grande abraço,
Profª Neide.

Talita Galvão disse...

A segunda indicação de leitura da professora Neide, de Língua Portuguesa, foi o livro: A Estrutura da Notícia, do autor Nilson Lage.
Foi uma leitura muito rica,pois o livro além de apresentar uma linguagem fácil, é uma ótima indicação para alunos que estão iniciando sua vida acadêmica em jornalismo.
Nilson Lage, proporciona através da leitura de seu livro, conhecimentos básicos que um bom jornalista tem que saber.Sem contar, que me chamou muito atenção a colocação do autor, em relação a formação de um jornalista, em que ele fala, que um bom jornalista deve sempre sair em busca do conhecimento, nunca deixar os seus estudos mesmo depois de formados,ler bons livros, procurar boas gramáticas e pricipalmente, colocar em prática as suas habilidades, pois o jornalismo é semelhante a andar de bicicleta.Tentando, caindo e levantando que se aprende.
1° Jornalismo

Maíra Lisboa disse...

Muito boa a resenha sobre o livro "Linguagem e Persuasão" do Adilson Citelli, o livro vem muito bem explicado nos capítulos e bem fácil de entender. Ele nos mostra o poder da persuasão na comunicação abrangendo várias áreas. O livro é indicado para todos os cursos de comunicação social pois nos mostra como a persuasão é importante para um trabalho bem feito. A iniciação desse blog também foi ótima, parabenizo a todos, vai ser muito importante para nossa formação.

Maíra Lisbôa
1° Ano de Jornalismo

Vanessa de Freitas - 1º Jornalismo disse...

Primeiramente, parabenizo a criação deste espaço oferecido aos alunos, que nos proporciona a oportunidade de deixar um pouco de nosso aprendizado com os livros, e também adquirirmos novos conhecimentos por meio de outros alunos.
Particularmente, me interessei muito pelo texto "O TRIPÉ DA COMUNICAÇÃO", o aluno Gustavo Monteiro da Silva Carlos, do
2º ano de Rádio e TV, conseguiu transmitir de forma clara e concisa passo a passo do livro
"Técnicas de Comunicação escrita", que do princípio ao fim nos mostra alguns elementos necessários para a construção de uma comunicação perfeita, para que assim os equívocos normalmente cometidos em nosso cotidiano diminuam consideravelmente.
Enfim, essas técnicas são necessárias para qualquer profissional, pois a comunicação está presente na nossa vida e durante inúmeros momentos nos deparamos com diversos "ruídos" que dificultam a boa comunicação.

parabéns pelo texto!

Vanessa de Freitas - 1º Jornalismo

Aline Carvalho disse...

Através deste Blog podemos expor e trocar nossas idéias, de uma forma tão rápida.

Parabéns pela criação deste blog !!!

Luara Castilho disse...

Gostei e apoio a iniciativa do CADIC, um espaço onde podemos entrar em contato com as leituras exercidas por outros alunos e a opinião dos mesmos. Além de podermos postar resenhas de livros que nós lemos na faculdade.
O primeiro livro e o que mais me dediquei a ler na faculdade foi o "Linguagem e Persuasão" de Adilson Citelli, que passa uma ótima base para os estudantes de jornalismo desenvolvê-la.
Achei interessante a resenha “O Tripé da Comunicação”, que mostra a um comunicador como não ter falhas ao transmitir uma informação ao receptor, fazendo que com que ele entenda exatamente aquilo que o enunciador está querendo transmitir.
Neide, parabéns pelo CADIC.

Luara Russo de Castilho
1º ano de jornalismo.

wanderson martins disse...

estou de volta aqui no cadic, pois gostaria de reforçar meu recente comentario sobre o livro linguagem e persuasão de adilson citelli, já tinha comentado há alguns dias atras, mas resolvi ler meu comentario e não encontrei ele postado, mesmo assim indico a leitura desse livro, pois essa leitura é muito clara e objetiva e para nós que estamos começando o curso de comunicação, esse livro tem muito o que acrescentar em nossa bagagem e em nossa vida, como a maneira de conversar, dialogar e lidar com outras pessoas de maneira coesa.

wanderson martins
1° ano de comunicação social
radio e televisão

elisangela disse...

olá .... espero voltar mais vezes aqui no cadic, pois achei muito interessante a ideia do blog, com muitas informações e conteudos que podem acresentar nossa vida academica, e falar em acrescentar, indico o livro linguagem e persuasão, o mesmo que fiz uma resenha que por sinal abriu minha mente pois esse livro é muito importante para nós estudantes de comunicação e futuros comunicologos, adorei a leitura, pois entendi perfeitamente a mensagem do livro.
esper que voces possa ler também o livro linguegem e persuasão, pois ele é um livro cheio de informações e interessantes.

elisangela
1° rtv

Pedro Henrique disse...

A idéia do blog foi muito boa, apoio a iniciativa...

A resenha descreve bem uma leitura geral do livro, é informativa e aborda o assunto do livro "linguagem e persuassão" de uma forma mais clara e de fácil compreensão.

Pedro Henrique Monteiro Whately Martins.
1ºano de Publicidade e Propaganda.

..LUCKINHA... disse...

Muito importante essa iniciativa, pois serve como um estimulo a escrita e a leitura. Achei muito interessante as resenhas de Luis Felipe e Aline Lima do 2°ano de Publicidade e Propaganda. Por serem obras que já tive a oportunidade de ler e me aprofundar, percebi que os trabalhos estão muito completos e abordam claramente o assunto tratado nas obras escolhidas por eles. Parabens tambem a Prof. Ms. Neide que incentiva os alunos a aprimorarem a leitura e a escrita. Parabens a todos.

Fabio Cunha disse...

"Linguagem e Persuasão" do CITELI, é uma das obras fundamentais para alunos e do curso de comunicação, especialmente os alunos de Publicidade e Propaganda. Ele apresenta uma linguagem muito facíl de compreensão, li e recomendo para todos

Elias Pereira Junior disse...

Parabéns pelas iniciativas aqui manifestadas. Se cada um de nós realizarmos obras iguais a aqui postadas, com certeza estaremos contribuíndo não só para a temática do conhecimento, mas tambem para as gerações que irão de vir.

Ninna Serra disse...

No semestre passado li o livro "Técnicas de Comunicação Escrita de Izidoro Blikstein. Recentemente reli o mesmo e mais uma vez achei incrível.
Izidoro escreve, de forma clara e simples, como podemos redigir um texto objetivo e direto. E nos mostra quais fatores podem atrapalhar a nossa comunicação. Além de nos ensinar que escrever bem é também persuadir!
Recomendo esse belíssimo livro para quem ainda não leu, e acredito que todos os profissionais, independente de suas diversas áreas, devem ler!!!
...E como o próprio autor diz: "Escrever bem é uma questão de sobrevivência"

Ninna Mª Serra Barboza de Faria Reis
1º ano de Rádio e Televisão

Tássia Martins 1º RTV disse...

O primeiro livro que lemos este ano foi Linguagem e Persuasão, de Adilson Citelli, e agora estamos lendo Técnicas de Comunicação Escrita, de Izidoro Blikstein. Os dois livros têm a persuasão em comum. E além de falar como a persuasão é eficaz na comunicação, nos ensina o quão claro temos que ser para poder passar a nossa ideia para outra pessoa de modo correto. Ele nos ensina algumas regrinhas como escrever corretamente, evitar frases de duplo sentido e sempre agradar o leitor.
Este livro é uma ótima opção de leitura pra quem quer aprender e melhorar a sua maneira de escrever.
Portanto para nos comunicarmos devemos sempre escrever bem.

Michael Rafael 1° ano rtv disse...

No livro do escritor Izidoro Blikstein,Técnicas de Comunicação Escrita, mostra que comunicar bem não é apenas um capricho, mas também uma questão de sobrevivência. Para nós comunicadores, aperfeiçoar nossa escrita, expressar de forma correta e clara aquilo que desejamos transmitir, ter um bom repertório e saber como transformar a comunicação entre pessoas em algo de fácil compreensão é de extrema importância, para que não ocorram problemas que possam prejudicar o nosso trabalho ou até mesmo nossa vida pessoal.
Gostei muito da parte onde fala dos “ganchos” para atrair a atenção daqueles a quem queremos comunicar, seja na escrita ou na comunicação oral (que é o meu caso sendo um radialista) mostrando que devemos sempre suavizar a comunicação, fazendo-a da maneira mais clara e objetiva possível. Comunicar bem não quer dizer que se deve escrever muito ou utilizar palavras difíceis, muitas vezes escrever apenas uma frase breve, objetiva e utilizando algumas técnicas apresentadas no livro, faz muito bem o seu papel que é transmitir uma mensagem. É claro que se deve observar para qual utilidade terá a mensagem, e a quem será enviada.
Conhecimento também é fundamental para se ter uma boa comunicação entre indivíduos, e não é nenhum sacrifício, apenas acompanhando de vez em quando os jornais na televisão, ler o jornal diariamente, sempre que possível pesquisar sobre algum assunto, aumenta seu repertório e como sabemos saber nunca é demais.
Enfim o livro aplica as próprias técnicas que apresenta, para nos mostrar que comunicar bem não é nenhum bicho-de-sete-cabeças, e como já dizia o velho guerreiro Chacrinha “Quem não se comunica, se trumbica”

Mike Rafael 1° ANO RÁDIO E T.V

Jordania Faval 1º R.TV. disse...

O livro Técnicas de comunicação escrita é interessante e de fácil entendimento, o autor Izidoro Blinkstein ensina de uma forma clara através de exemplos, começando por um bem comum, um bilhete que é uma forma de comunicação rápida e freqüentemente utilizada por muitas pessoas e que é frequentemente interpretado de maneira errada. Desta maneira ele nos faz refletir sobre a maneira que escrevemos se realmente estamos passando a mensagem correta, e pensando em como o receptor irá reagir com o que escrevemos Além de mostrar os fatores que causam a interferência na comunicação. Suas dicas são muito úteis e necessárias.

Ana Paula de Almeida disse...

A arte de escrever bem implica em algumas técnicas, tais como respeitar a gramática, ser claro e agradar o leitor. Além disso, outras regras devem ser seguidas para quem deseja obter a resposta desejada por meio da comunicação escrita. Com exemplos simples do cotidiano, Izidoro Blinkstein em seu livro Técnicas de Comunicação Escrita, atingiu satisfatóriamente seu objetivo de auxiliar o leitor para a prática da escrita de forma correta, para os mais variados veículos e/ou destinatários. Particularmente falando, o livro mostrou-se como um instrumento eficaz para a minha prática atual de estudante de jornalismo, e, futuramente, para o meu exercício da profissão.

Ana Paula de Almeida
1º ano de jornalismo

wanderson martins 1° rtv disse...

Com as indicações feitas pela professora Neide, podemos desenvolver nossa própria maneira de comunicação,li o segundo livro: Técnicas de Comunicação Escrita, escrito por Izidoro Blikstein, que discute a necessidade de se escrever bem dando um efeito para a mensagem que por sua vez é preciso ser bem clara e objetiva.
Estou adorando as indicações de livros e sempre que possível irei postar meus comentários aqui no CADIC, por ser um meio de informação e de aprendizagem pela internet.


Wanderson Augusto Martins
1° ano de Radio e Tv
FATEA

Info-Player disse...

Recentemente li o livro "TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO ESCRITA" de Izidoro Blikstein, e o que eu achei interessante, é que ele nos mostra que para ocorrer uma comunicação, deve existir o remetente e o destinatário da mensagem. Ou seja, quando escrevemos uma mensagem não podemos pensar em apenas nós mesmos, é preciso que nos preocupemos principalmente com o destinatário. E muitas vezes não é o que acontece, por culpa de pressa ou qualquer outra coisa escrevemos pensando na ideia de nossa cabeça, e não no receptor que vai receber esse comunicado, isso geralmente ocasiona um mal entendimento do mesmo.

Alex Nicolas de Oliveira Quirino
1º Ano de Publicidade e Propaganda

pedrootavio disse...

Livro: Técnicas de Comunicação Escrita - Izidoro Blikstein.
Resumindo, o livro nos traz técnicas para que não nos embaracemos quando precisarmos escrever algo para algum destinatário, precisamos pensar muito antes de escrever, pois talvez não saibamos como a pessoa 'receptora' deste texto irá entender. O autor utiliza de exemplos como o de um 'patrão' que mal soube escrever um bilhete para sua funcionaria, assim causando grande confusão com conseqüentes prejuízos, também nos mostra quais são as técnicas de que devemos utilizar: mensagem, código, repertorio, veiculo, remetente, destinatário, entre outras. Enfim, com o livro podemos aprender a nos comunicar através de um estilo simples e bem objetivo.

aluno: Pedro Otávio - 1º Publicidade e Propaganda.

Isadora Ávila disse...

Li o livro Técnicas de Comunicação Escrita, do autor Izidoro Blikstein e achei de fácil leitura e compreensão. O livro nos ensina qual a base pra se ter uma comunicação clara e objetiva, utilizando-se o ‘tripé’: produzir resposta, tornar o pensamento comum e persuadir; preocupando-se também com as interferências (os chamados “ruídos”).
Recomendo o livro para todos que ainda não leram.

Isadora Pereira Correard de Ávila
1ª ano de Publicidade e Propaganda - FATEA

ana paula disse...

O Livro "Técnicas de Comunicação Escrita", de Izidoro Blikstein, traz um conjunto de dicas, segredos e estruturas de comunicação que reunidos trazem eficiência para nós comunicólogos.
Assim ao término de minha leitura pude concluir que o conhecimento da escrita(gramática) bem como o seu uso temperado com criatividade, persuasão, emoção e clareza na mensagem que se quer enviar é a solução em questões tanto do dia-a-dia como no meio profissional, pois o importante é tornar comum, é a sua mensagem ser entendida igualmente por todos e da forma que você imaginou ser.




obs: Blikstein escreveu todo o livro usando de imagens, gráficos, tipos especiais de letras em algumas frases o que na prática (do conteúdo que ele ensinava no livro) realmente teve resultado, o leitor lia suas explicações, olhava as figuras e tinha melhor compreensão, ou seja , o autor fez o livro exatamente da maneira que ele aconselhou todos a trabalharem uma mensagem!




Portanto,recomendo o livro!
Ana Paula Martins de Brito Silva
1ºPublicidade e Propaganda

Talita disse...

O autor Izidoro Blikstein, em "Técnicas de Comunicação Escrita" utiliza de vários artifícios para envolver o leitor (já acostumado com uma linguagem mais técnica) a se interessar desde o primeiro capítulo com a história: "Quem não escreve bem... perde o trem!", até o final, quando ele resume todo o conteúdo do livro em uma receita, e faz isso da maneira mais "icônica" possível.

Aproveitando suas expressões digo que o livro é cool, de fácil memorarização e descodificação. Uma leitura muito agradável e proveitosa.

(TALITA 1º PP)

Luiz Afonso Fernandes de Meirelles - CS/1°RTV disse...

Li esta semana o livro "Técinicas de Comunicação Escrita" de Izidoro Blikstein e achei sensacional.
O autor, de forma brilhante, consegue atrair a atenção do leitor com suas ilustrações ao longo da narrativa, contando também com uma linguagem simples e direta.
Blikstein, revelando algumas técnicas importantíssimas, mostra ao leitor como obter êxito ao transmitir sua ideia - e por consequencia persuadir - ao seu destinatário na forma escrita.
A leitura deste livro deve ser obrigatória para os futuros bons profissionais, que deverão persuadir sempre ao longo de suas carreiras.

Luiz Afonso Fernandes de Meirelles - CS/1°RTV

fqnascimento disse...

Livro Técnicas de Cmunicação e escrita de Izidoro Blikstein.

Pode-se perceber que o livro de Izidoro Blikstein, relata a inmportância de se comunicar bem , tanto na escrita como na fala. O segundo capítulo do livro nos mostra como podemos escrever bem, algo que de primeiro pode ser difícil mas, que com o tempo observamos que nos resta prestarmos mais atenção em nossa escrita,sempre buscando ser o mais claro possível.A partir do momento que uma pessoa escreve uma mensagem clara e objetiva o leitor irá entender com mais facilidade o que está escrito, como o exemplo citado no livro, onde ocorreu o erro da escrita do gerente deixando uma mensagem para a secretária , ela ao ler entendeu o recado como algo sem muita clareza e escrito de forma errada então , ficou em dúvidas e acabou fazendo errado o que seugerente lhe tinha pedido.
Para se obter uma comunicação boa, exige do leitor , escritor e compreenssão pelo que se está escrevendo e lendo pois, a partir do momento em que há interação entre os dois , a comunicação se torna mais clara e objetiva.
O interessante desse livro é que mostra as diversas formas de uma boa comunicação e também como ainda muitos encontram a dificuldade em escrever e falar de forma correta.

Gostei muito desse livro e agradeço a Professora Neide que indicou esse livro aos alunos do 1ºAno de Comunicação Social/ Jornalismo .


Fabíola Carolina Q. Nascimento
1ºAno de Comunicação Social/ Jornalismo

jessica Queiroz 1° jornalismo disse...

O livro “Gêneros e formatos na televisão brasileira” de José Carlos Aronchi De Souza. Baseado numa pesquisa de mais de dez anos, o autor, experiente profissional de televisão, professor de produção e diretor de programas educativos, identifica as características técnicas e de produção dos diferentes gêneros de programa de televisão. Em uma linguagem clara e acessível, oferece-nos um manual prático para estruturação de programas. Trata-se de obra imprescindível para qualquer estudante na área de Rádio e TV, nos mostra diversos pontos de vista diante da imagem da televisão, essencial para realização de projetos e na formação de estudantes de comunicação.

Camile disse...

Bom dia, professora Neide e todos os alunos participantes

Lendo o livro Técnicas de Comunicação Escrita, de Izidoro Blikstein,pude perceber a comunicação de uma forma diferente da qual eu via até então. Muito mais do que apenas palavras e o uso da gramática, a comunicação, que significa tornar comum, exige do seu remetente técnicas de persuasão para garantir a resposta e a ação adequada do seu destinatário, já que a comunicação é também um meio de sobrevivência. Para tal, é preciso assegurar-se de que a mensagem não está apenas clara para nós, o que torna crucial nos preocuparmos com o leitor a quem iremos nos dirigir. Devemos escrever de uma forma simples, evitando o uso de palavras que não são de conhecimento popular, levando em consideração o uso de outros estímulos físicos além da escrita, que podem ser ilustrações na forma de gráficos e desenhos, os quais nos ajudam a conseguir alcançar o leitor em um menor espaço de tempo.
Essas informações, trazidas pelo autor Izidoro Blikstein, são úteis a todos, mas para mim, como estudante de jornalismo, são fundamentais, pois mais do que apenas informar, meu objetivo como profissional da comunicação é que meus textos despertem em todos o interesse pela leitura e pelo conhecimento.

Abraços a todos,
Camile Araújo, 1° ano de Jornalismo/ FATEA

P.s: Professora Neide, sinta-se a vontade para corrigir meu comentário. Estou ainda engatinhando no processo de conhecimento da gramática de nossa língua, por isso estou ciente de que é possível conter muitos erros ainda desconhecidos para mim. Desde já, agradeço.

Arieli Karina disse...

Boa Tarde a todos,
meu comentário é sobre o livro Técnicas de Comunicação Escrita de Izidoro Blikstein.O livro é fascinante para quem está começando agora como eu que estou no primeiro ano de jornalismo.Eu que estava aprendendo signo, codificação e descodificação, enfim para ser sincera era tudo muito complicado, mas depois da leitura do livro ficou mais fácil o entendimento.Ele aborda de uma maneira simples alguns assuntos "chatos" de serem compreendidos!
Achei o capítulo 3 mais interessante onde é abordado o signo, o código,codificação e descodificação,estereótipos e o que eu acho mais importante na comunicação o repertório do destinatário.Como que o remetente vai transmitir a mensagem para o destinatário e querer que ele entenda e de a resposta esperada, se ele não tem a mesma bagagem que o destinatário.
Enfim, no término da minha leitura consegui conclui o quanto é essencial a comunicação e a forma de se comunicar, ou seja, o saber se expressar é fundamental!
Obrigado pela atenção!E desculpe qualquer erro gramatical!!
Arieli Karina dos Santos
Primeiro Jornalismo

Taiana Moura disse...

Li "Linguagem e Persuasão" semestre passado e passei a gostar de alguns livros, incluindo "Técnicas de comunicação escrita" de Izidoro Blikstein, que li nesse semestre. Ambos os livros possuem uma linguagem clara e direta em sua abordagem e isso me interessou bastante, já que muitos deles têm uma linguagem difícil e assim, se tornam pouco interessantes para a maioria dos estudantes.
Digamos que para escrever bem faz-se necessário 3 regrinhas básicas, segundo Izidoro: Produzir uma resposta, tornar o pensamento comum aos outros e persuadir. Achei esse ponto o mais interessante do livro. Assim como, "Não basta ser uma boa idéia, tem de ser uma boa mensagem!" Ou seja, ele diz que mesmo possuindo uma boa idéia, se você não passar essa mensagem corretamente, não fazer com que a outra pessoa entenda a sua idéia, o seu texto ou a sua idéia de nada valerá e você não terá a resposta esperada. Enfim, foram as partes do livro que consegui aprender bastante. Sem contar os capítulos em que Izidoro fala sobre os códigos, signos, significantes e significados.
Um livro realmente bom para as pessoas que possuem a dificuldade para expressar suas idéias nos papéis, que acredito, não ser poucas.

Tuany Elis disse...

Livro: Técnicas de Comunicação escrita.
Por Izidoro Blikstein

Um livro de fácil entendimento e de grande interesse aos estudantes de comunicação.
Técnicas de Comunicação Escrita aborda a importância de se escrever bem, o que implica em fazer um bom uso da gramática, ser sempre claro e conciso no que escreve, usar meios para atrair o leitor, ser icônico, estar sempre ligado ao repertório que vai usar para os variados públicos, tornar a mensagem mais compreensível possível, de forma que o destinatário ao ler o que foi escrito não tenha que interpretar a mensagem e sim entendê-la do modo em que o remetente quis passá-la. Evitando sempre mensagens que possam ter duplo sentidos.
Levando sempre em conta que escrever ou comunicar-se bem não é questão de luxo, tampouco exibicionismo, mas sim uma questão de sobrevivência.

Tuany Elis Teixeira Galvão - 1º Jornalismo.

Anônimo disse...

Em Técnicas de comunicação escrita, Izidoro Blikstein chega a minúcias a partir de temas mais amplos, como "Segredos da comunicação escrita", "Estrutura e funcionamento da comunicação" ou "Ganchos para agarrar o leitor!". A novidade especial desta 21ª edição, revista e atualizada, é a inclusão de um capítulo específico sobre redação de e-mails.

Quando o livro foi originalmente finalizado, ainda se engatinhava na utilização de computadores no dia-a-dia. Era o período de passagem da velha prática da datilografia para a digitação eletrônica. "Com as novas tecnologias, o grande instrumento de comunicação na vida social e familiar das pessoas é o e-mail", diz o autor. Para não causar ruídos perturbadores, o autor aconselha seguir os "Dez pontos de honra do e-mail profissional". Alguns exemplos: "Empregue estilo informal no e-mail pessoal e formal no e-mail profissional", "Faça uma cuidadosa revisão do e-mail, antes de enviá-lo" e "Procure responder imediatamente".

Ainda sobre as novas tecnologias, Blikstein admite que elas trouxeram rapidez, mas não qualidade. Crítico, o professor diz que, no caso dos e-mails, a comunicação escrita continua pouco eficiente. "Todos os dias, nas organizações do mundo inteiro, produzem-se milhares de e-mails, sem que se obtenham respostas satisfatórias. Continuam os problemas de entendimento, pois o texto dos e-mails é redigido apressadamente, sem revisão, o que acarreta uma quantidade infindável de ruídos de comunicação."

Natalia Marcondes 1 JORNALISMO FATEA LORENA

Samantha Natielli disse...

Interessante observar a evolução do curso de Comunicação Social da Fatea ao longo desses dez anos de atuação.
O CADIC é uma das expressões de atualização e inserção no ambiente globalizado e completamente permeado pelas mídias sociais, nas quais as redes sociais se destacam.
Ciência e tecnologia são hoje pontes entre pessoas e conhecimentos.
No Intercom deste ano, assisti a uma palestra que me chamou a atenção: a editora-chefe do portal de notícias da Globo - G1, mostrou novas formas de transmissão de notícias, entre elas o Jornalismo em Quadrinhos, apresentado aqui, no CADIC, pelas alunas de Jornalismo.
O Jornalismo em Quadrinhos é uma maneira atrativa e inteligente de propagação de informações diferenciadas. Um exemplo disso,foi a reportagem em quadrinhos apresentada este ano, no período em que Michael Jackson morreu. Vale a pena conferir: http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1290695-7085,00-OS+ULTIMOS+DIAS+DE+MICHAEL+JACKSON.html
Novas formas de transmissão e, mesmo, de captações de notícias tomam cada vez mais espaço, sobretudo entre os jovens.
Por isso, o CADIC é, não só, uma forma expositiva dos trabalhos dos alunos como de união entre ambiente acadêmico e universo on-line.
Samantha Natielli (3º Jornalismo da Fatea)

Anônimo disse...

No livro Técnicas de Comunicação escrita, Blisktein inicia com a história de um gerente que escreve um bilhete confuso para sua secretária, exemplo que servirá como modelo no decorrer do livro.

Confusões como essa, são comuns em nosso cotidiano, isso é devido à falta de sintaxe, ordem e relação das palavras nas frases, mas o autor revela alguns segredos para se escrever bem, de maneira clara, objetiva e de forma que o destinatário compreenda o que estamos tentando dizer.

De modo geral, para ter uma boa comunicação, sem ruídos é necessário saber: o remetente, o destinatário, o código, o repertório, a mensagem e o veículo.

Essas colocações do autor são fundamentais para a boa formação de um comunicólogo, pois é necessário e acima de tudo é a nossa ferramenta básica de trabalho.

A respeito do livro, ele é bem claro, de fácil leitura e ajudará a esclarecer dúvidas futuras.



THAMYRES DE OLIVEIRA PAIXÃO
1° PUBLICIDADE E PROPAGANDA

ana flavia disse...

Comentário sobre o livro: "Técnicas de Comunicação Escrita" de Izidoro Blikstein.

O autor "brinca" de certa forma com a lingua portuguesa no livro. Através de uma história muito divertida, ele consegue transmitir ao leitor a ideia de como é importante saber redigir bem uma mensagem, evitando assim complicações como a do texto. Mostra a necessidade de clareza nas mensagens, lembrando-nos de que sempre devemos pensar no recpetor e da impotância de comunicar-se bem. Na minha opinião, a leitura desse livro foi maravilhosa, pois além de passar várias iformções importantíssimas, é um livro bem descontraído e divertido.

elisângela disse...

Lendo o livro" Técnicas de Comunicação Escrita, de Izidoro Blikstein" pude concluir que pode-se considerar a moral da história a seguinte frase: "Quem não escreve bem... perde o trem!".
Pois a escrita é muito importante em nossa vida e saber se comunicar é algo necessário para sobrevivência e ter uma boa comunicação "coesa e objetiva" é importante mesmo no dia-a-dia como em diversas situações em que passamos.
Gostei muito do livro e sei que todas informações que o livro me forneceu irão ser de extrema importância!

ELISÂNGELA PAULA
1° ANO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - RADIO E TV

Marina França disse...

Gostaria de parabenizar o autor da resenha "Artemídia ou Mídia-arte?"- Lauren Moraes, que sem dúvida discutiu um dos temas mais interessantes dentre as resenhas que li pelo blog.
A interação entre arte e tecnologia é um assunto que causa cada vez mais discussões em nossa área de estudo, salientando a divergência entre a perda da aura artistica através de sua forma de inserção em massa, ou seja, a industria cultural e a união positiva entre arte e tecnologia gerando novos frutos perante as artes tradicionais.
Este é um tema que seria muito enriquecedor se fosse levado em classe.

Marina França - 2ºPP

André disse...

O Livro "Técnicas de Comunicação Escrita”, do autor Izidoro Blikstein, trata de mecanismos a ser utilizados em uma boa comunicação escrita. As técnicas aplicadas para escrever e redigir uma mensagem são apresentadas pelo autor por meio de um planejamento da escrita. Porém, existem determinadas pessoas e grupos na sociedade que não conseguem se comunicar devido aos ruídos existentes no processo de comunicação; um deles é o estereótipo, isto é, um rótulo que o locutor coloca no receptor da mensagem. Por exemplo: quando as pessoas chamam as outras de “burras”, “incultas”, tudo o que as receptoras disserem, não será levado em consideração, mesmo que elas estejam certas. Outros aspectos que o autor cita são as interferências causadas pelo uso incorreto da escrita prejudicando a produção da resposta esperada. O método eficaz a ser utilizado é usar frases curtas; quando houver muitas informações, elas devem ser apresentadas em forma de gráficos para melhor visualização. Outra dica do autor é utilizar gravuras para ilustrar algumas situações difíceis de verbalizar. Enfim, a leitura dessa obra foi prazerosa e útil para nós, futuros profissionais da comunicação.

André Luis Gouvêa Gomes
1º ano Rádio e TV.

Bruna disse...

Qualquer iniciativa de compartilhar conhecimentos é válida, tanto para o emissor quanto ao receptor e poder desfrutar deste blog é fundamental. Cada autor com sua peculiaridade, mas todos com o mesmo objetivo: a troca de conhecimento!
Gêneros e Formatos na Televisão Brasileira é uma obra indispensável para a nossa formação e um guia que acesso diariamente, afinal o estudo da categoria, gênero e o formato de um programa televisivo é indispensável para o sucesso do mesmo!

Bruna Jardim - 3ºJO

Maria Mariana disse...

Livro: Técnicas de Comunicação Escrita - Izidoro Blikstein.

O livro nos esclarece como podemos escrever bem, sem ter problemas com concordância, ou até mesmo com a formação da frase.
Tal como o exemplo citado no livro, de um "patrão" que não soube redigir bem um bilhete, deixando totalmente uma falha na interpretação do tal.
Ele nos ensina a escrever bem um texto, para que possamos escrever bem, sem ao menos saber quem é o receptor, fazendo que os leitores entendam da mesma maneira.
Indico a todos a leitura deste ótimo livro.

Maria Mariana Marçal de Resende
1º Jornalismo

LUARA CASTILHO disse...

O livro "Técnicas de comunicação e escrita", nos mostra colocações interessantes da nossa gramática.
nos mostra também, como escrever de maneira clara, que uma outra pessoa entenda o que é dito. No livro, o primeiro exemplo, é do recado de uma secretária, que marca o horário da passagem de trêm de seu patrão, e que ao escrever o recado, não especifica se o horário era do período da manhã ou da noite.
outras técnicas que posso citar, é a do tripé.Fala da ideia, persuasão e da resposta.
Uma outra técnica, para saber se você fez uma boa pergunta, é vendo se a pessoa te respondeu o que você realmente esperava. Além de falar do código, signo e significante.
Escrever bem, e claro, é extremamente importante na nossa profissão, e acima de tudo, uma das nossas ferramentas de trabalho.

LUARA CASTILHO - 1º JORNALISMO

Richiely 1rtv disse...

Gostei do Cadic ,porque ele pode nos ajudar a saber sobre os livros que abordam assuntos de nossa área de estudo. É bom saber que os alunos podem colocar as resenhas e passar de alguma forma o que aprenderam para outros, gostei muito de ler o livro “Técnicas de Comunicação escrita“ de Izidoro Blinkstein. Ele nos mostra os erros que cometemos no nosso dia a dia e às vezes nem percebemos, e com um simples bilhete uma confusão pode ser feita se não soubermos como escrever corretamente

Ninna Serra disse...

Na semana passada eu tive a oportunidade de participar pela primeira vez do Segundo Congresso Integrado do Conhecimento. Achei muito bacana o evento e a iniciativa da FATEA na realização do mesmo !!
Espero que nos próximos anos tenha o congresso pois ele é uma oportunidade para alunos, ou não, de diversas áreas, se aprofundarem mais no curso que realmente gostam.
No meu caso, eu nunca tinha realizado nada que tivesse a ver com a área que pretendo atuar futuramente, Rádio e TV, e isso foi uma grande chance para eu participar de oficinas e palestras interresantes ministradas por quem entende do assunto !!

Ninna Mª Serra Barboza de Faria Reis
1º ano de Rádio e Televisão

Anônimo disse...

O II Congresso do conhecimento realizado na Fatea nos dias 23,24 e 25 de setembro, trouxe para mim,aluno do 1 ano do curso de comunicação social um complemento com as palestras, que enriqueceram meus conhecimentos e esclarecendo algumas dúvidas.Entre as palestras uma que me chamou muito a atenção, foi a palestra da professora Isabel Viola "Voz e Ambiente" onde exercícios foram aplicados aos participantes.A palestra de abertura do congresso com Gil Giardelli foi sensacional com inteligência,atualidade e diversos assuntos discutidos as diversas áreas dos cursos que participaram da palestra.


Diogo Meireles 1 ano jornalismo

Leila Diniz disse...

Participei do 2ºcongresso integrado do conhecimento. Não só assisti palestras como do Gil Giardelli como trabalhei durante este periodo. Pude ver a qualidade tanto das palestras como dos palestrantes, esse congresso proporcionou a quem o assistiu um enriquecimento cultural enorme além de expandir a ideias sobre o respectivo assunto. Vale muito a pena participar!
Leila 1ºJornalismo

Wanderson Martins disse...

Aproveitando a oportunidade vou parabenizar toda Equipe da Fatea pelo Evento que proporcionaram para nós alunos, que foi o II Congresso Integrado do Conhecimento.
Achei a iniciativa muito válida, os conteúdos foram muito positivos e gostei dos três dias de Congresso, onde pude participar do Teatro Sertanejo no dia 23 - coordenado pela professora Giane -elementos sonoros-sendo um projeto elaborado por nós alunos do 1° ano de Rádio e tv e no dia 24 e 25 participei de oficinas e palestras muito interessantes onde obtive muitos conhecimentos da área em que estou estudando - Comunicação Social- Radio e Tv
Parabenizo também a professora Neide pelo lançamento do seu livro sendo um grande destaque do II Congresso Integrado do Conhecimento.

WANDERSON AUGUSTO MARTINS
CURSO: 1° ANO DE RADIO E TV
FATEA - LORENA

Samantha Natielli disse...

Antes de iniciar este comentário, preciso deixar claro que eu sou a favor do acesso à informação para crianças e, referindo-se ao Jornalismo, tem-se como principal fonte de trabalho a produção de notícias, as
quais formam o conceito da profissão: emitir conteúdos e informações que atendam à
sociedade, sem distinção por idade, raça, situação política, econômica ou social.
Neste sentido, surge a necessidade da propagação de informações que
contribuam aos anseios das crianças, quanto ao que se diz respeito ao seu direito de
cidadão consciente da sua realidade, seja ela na sua comunidade, em casa, na sala de
aula ou nos demais locais de convívio social.
Observando a nova edição do CADIC, chamou-me a atenção o artigo que faz uma análise do filme Wall-e, em que se destaca a preocupação com o meio ambiente e a conscientização pela utilização de
meios atrativos que não necessitem de energias não-renováveis.
O filme faz uma alusão a um planeta arrasado pela ação humana e, por meio da análise, constou-se que as crianças entendem a real intensão do filme - meio ambiente -e estão atentas ao que se refere ao planeta onde vivem.
Parabéns às alunas que realizaram a análise e ao CADIC, por mais esta publicação que se preocupa não só com uma determinada classe da população, mas com todas as idades, raça, política, sexo e religião.
Para quem mais se interessar em realizar ações concretas pela informação de qualidade às crianças, acesse: http://www.andi.org.br/
Samantha Natielli - 3º Jo, Fatea.

Mariane Santos 1ºr/Tv disse...

Na área que eu pretendo atuar, eu obtive vários conhecimentos, devido à minha participação do 2º Congresso Integrado do conhecimento, no qual participei de palestras e oficinas com profissionais que já estão há mais tempo neste meio.
Gostei muito da oportunidade que a faculdade me proporcionou e, pretendo participar de muitos outros para adquirir mais conhecimento e aprendizado.
Mariane dos Santos

Jeferson 1° RTV disse...

Gostaria de postar um comentário sobre o livro “Técnicas de Comunicação e Escrita” de Izidoro Blikstein.
É um livro de fácil compreensão, pois uma das lições do livro é transmitir a mensagem em uma linguagem fria, sem muitos termos técnicos de difícil compreensão.
A leitura ensina por meio de parábolas. Em questão, a secretária e o patrão, que por meio de um bilhete mal escrito, e, portanto, mal interpretado, gera uma situação incômoda entre os dois.
São relatados de maneira divertida os erros corriqueiros do dia-a-dia, trazendo uma reflexão sobre eles. Muito diferente do livro anterior “Linguagem e persuasão” de Adilson Citelli, pois esse autor escreve de uma forma mais técnica, com uma linguagem quente.
Por esse motivo Blinkstein consegue transmitir com mais facilidade seu conhecimento

Anônimo disse...

É a hora de ser.

TV e criança um diálogo possível,uma questão despertada neste II Congresso do conhecimento da FATEA. Entendemos que não é hora e nem é nosso papel como jornalistas ou atribuir culpas, tanto aos pais quanto para a TV, é hora de reavaliar, de mudança.

É preciso entender o lugar que a TV esta ocupando em nossa sociedade, e digo sociedade pelo sentido completo da palavra, “permanentemente associados e equipados de padrões culturais comuns”, a TV tem tomado um lugar de babá em muitos dos lares brasileiros devido a situação financeira de muitas famílias, sem ter com quem e onde deixar seus filhos acabam aderindo a “babá eletrônica” e que riscos isso traz, programa de categoria jornalistica apresentam as notícias na íntegra, sem medir o que pode ou não ser transmitido para as crianças, telenovelas classificadas para um público de até 16 anos entram no horário livre como se valesse a pena ver de novo.

Os pais têm um papel fundamental, mesmo uma TV que porte o nome de cultura não deve ser permitida 24hs, o que nos falta não é saber de quem é a culpa mas o que falta, e saber ponderar.

Falta estrutura familiar, pais decidindo a educação dos seus filhos, filhos obedecendo ao pais, Tvs com mais humanidade e sabendo que seus filhos também podem ser atingidos pela TV, é hora de pais serem pais, não estou dizendo que a TV não é bom mas à medida que a sociedade não se manifeste continuarão a existir programas inferiores, porque existe publico.

É a hora de opinar, de ser.

Luiz Antonio Meirelles
1º Jornalismo

Diego disse...

O livro do jornalista Sérgio Mattos, História da Televisão Brasileira, aborda através de fatos econômicos, políticos e sociais como foi a evolução, direta e indiretamente, desta mídia, o que é bastante interessante para quem quer conhecer mais sobre este meio de comunicação e principalmente nós, comunicólogos.
No capítulo Origens e desenvolvimento histórico da televisão brasileira, o autor explana sobre a importância e influência da publicidade, e posteriormente explica desde a chegada da televisão no país, em 1950, e toda a problemática enfrentada no seu início, o qual foi considerado período elitista – em que poucos possuíam aparelho televisor e o conteúdo era voltado a este público de alto poder aquisitivo –, depois passa pela fase populista e também mostra como foi o período da ditadura militar neste meio, época em que houve a censura. Passa por outras fases evolutivas e finaliza apresentando o último período, o qual iniciou em 2000 e aborda a convergência e a qualidade digital. Hoje, se fala muito em TV digital, mas mesmo assim muitos desconhecem a “nova” televisão, pensam que esta será apenas uma melhoria de qualidade no som e na imagem, e ignoram todas suas outras características, como a mobilidade, a portabilidade, a multiprogramação e a interatividade. Esta última fará uma mudança no modo do telespectador assistir à TV, que passará de um simples usuário passivo para um usuário ativo, isto é, ele se tornará participativo, seja através de uma simples escolha ou até mesmo da produção de conteúdo daquela emissora.
Por fim, o livro encerra com um breve resumo quanto à televisão no mundo, procedida de uma cronologia sobre os principais fatos que marcaram sua evolução nacional.

Diego Barreto – 4º RTV

ana paula disse...

"PUBLICIDADE NÃO É APENAS CRIATIVIDADE", de Patricia Julien Garcia foi a resenha que me chamou a atenção, visto que curso Publicidade e Propaganda e o livro que a autora da resenha usou como base(“Publicidade: Arte ou Artifício?”) retrata os 5 passos semelhantes aos processos de marketing de necessidade de compra por parte do público, a delimitação do público alvo(por categoria), a questão da própria propaganda, visando o estimulo de compra, a estrutura dos meios de distribuição do serviço ou bens, e por fim a comunicação, a publicidade, tornando acessível a existência de tais serviços.

Mediante a necessidade de tantos processos para se chegar ao sucesso da persuasão, Luiz Celso de Piratininga, o escritor do livro citado, conclui assim que tal conquista torna a Publicidade uma arte, que provoca manifestações de emoções em seus receptores, o que deve ser cada vez mais melhorado e explorado por parte de nós estudantes comunicólogos, para assim estarmos preparados para o mercado de trabalho.

Ana Paula Martins de Brito Silva
2º Publicidade e Propaganda

Kleber Cardozo disse...

Creio que está obra (Tudo o que sei aprendi com a TV: a filosofia nos seriados de TV) deveria ser parte das leituras obrigatórias dos alunos de RTV, pois ela quebraria o preconceito que a maioria dos alunos tem com a disciplina de Filosofia.
O autor mostra que assimilamos várias das teorias filosóficas nos seriados americanos e sem desconfiamos, pois não conhecemos os filósofos e muito menos suas teorias.
Os seriados de televisão vêm sendo cada vez mais analisados filosoficamente, tanto que há pouco tempo foi lançado mais uma obra que tem como base os mesmo pensamentos do autor Mark Rowlands, se você gostou desta obra também vai gosta da obra PHILOSOPHIE EN SÉRIES, a obra ainda não tem tradução em português, mas se você se interessar pode ler uma crítica publicada na Folha Ilustrada http://migre.me/vyXy

KLEBER CARDOZO
4° RTV turma 2010

Kleber Cardozo disse...

O livro História da Televisão Brasileira é um dos poucos que narrara a história da TV brasileira. É uma ótima fonte de pesquisa para quem busca se especializar no assunto.
A obra é dividida em duas partes a primeira trabalha mais com a história econômica e política do advento da televisão no país e a segunda narra fatos históricos importantes.
Eu mesmo estou utilizando a obra no meu trabalho de conclusão de curso.
Recomendo o autor também para quem deseja conhecer um pouco mais sobre a história da censura no país.

KLEBER CARDOZO
4° RTV turma 2010

Kleber Cardozo disse...

Parabéns pelo blog.

Vera

Maria da Gloria disse...

Parabéns pela iniciativa, espero que novos trabalhos sejam postados.

Maria da Glória 4RTV 2010

thalles.azevedo disse...

Acabei de me cadastrar, parábéns pela iniciativa!

Robson Marcelho disse...

Parabéns pela iniciativa.
Eu também estarei contribuindo...

Robinho 4º RTV

Cris disse...

Primeiramente, quero dar os parabéns ao CADIC pelo trabalho maravilhoso que ele vem realizando.

Li uma resenha, e recomendo a todos, ‘’ A Comunicação está em todo lugar’’ do livro ‘’Tudo é comunicação’’ do autor Paulo Nassar. Muito bem escrita, nos passa informações muito úteis, é de leitura fácil e agradável, que nos inspira a ler o livro e nos aprofundar cada vez mais no assunto.

Mais uma vez parabéns a todos.

Mateus Valiante disse...

Comentário sobre o artigo "A ironia como estratégia discursiva dos comerciais da Ford"

Esse artigo é interessante pelo fato de mostrar uma das formas úteis de atrair a atenção do consumidor numa propaganda, no caso a ironia.
Para nós publicitários, é importante que tenhamos conhecimento de todos os artifícios que poderão ser usado numa propaganda, e esse texto mostra, com prioridade, o efeito da ironia na publicidade que acaba se tornando algo positivo e persuasivo, não só desenvolvendo a curiosidade do consumidor como principal e fundamentalmente mexer com seus costumes, valores e emoções como afirmado pelo autor.

Isadora Ávila disse...

Publicidade não é apenas criatividade.

Segundo Patrícia Julien Garcia o livro "Publicidade: Arte ou Artifício?" de Luis Celso de Piratininga apresenta os cinco passos parecidos com a estratégia do marketing, que seriam o desejo/necessidade da compra, a pesquisa entre os consumidores, desenvolvimento de bens e serviços, a distribuição e a comunicação para que os consumidores fiquem sabendo desses bens e serviços.
A autora diz que segundo o livro, publicidade é uma arte pois tem a intenção de causar algum tipo de emoção no consumidor

Isadora Pereira Correard de Ávila
2º Publicidade e Propaganda

veravix disse...

Muito interessante as resenhas e artigos postados no Cadic, no segundo semestre de 2009, tomando conhecimento do deste blogger, li quase todo material que estavam postados até este período, pois sei que é confiável e que me ajudaria definir o tema de meu TCC e aprender mais um pouco e até selecionar algumas frases que poderia usar em trabalho de conclusão de curso, e com certeza me ajudou muito. Entre as listas lidas estão:LIVRO DE CABECEIRA PARA GRANDES ROTEIRISTAS,LOCUÇÃO RADIOFÔNICA - influencia de saul bass na novela favorita, VIVER É COMUNICAR E COMUNICAR É VIVER,O PODER DAS CORES e o O MUNDO DA TELEVISÃO. Portanto quase todos deste período. Vera 4. RTV.

popô disse...

Comentário: Livro Jornalismo de TV.

Sabe-se que um dos veículos de comunicação mais acompanhados pelos brasileiros é a televisão. Essa informação é confirmada pela leitura da obra Jornalismo de TV de Luciana Bistane e Luciane Bacella. Hoje em dia pessoas passam horas e horas em frente da televisão assistindo a qualquer tipo de programação. O livro é de fácil compreensão e aborda vários assuntos que muito interessam aos profissionais e alunos da área de Jornalismo e Rádio e TV. As autoras com experiências no assunto de telejornalismo vêm mostrar como é este trabalho por trás das câmeras e de todo o “cenário” que é montado no momento da apresentação de um programa jornalístico, ou seja, tem todo um processo de construção tanto de roteiros como no instante em que um repórter é escolhido para colher informações, apurá-las e redigi-las de forma clara e objetiva e ressaltam sobre a importância de se escrever bem, para que as notícias sejam passadas da melhor maneira possível para o telespectador.A notícia passada pela televisão muitas vezes causa mais impacto e afeta a vida dos cidadãos, por isso se deve tomar cuidado ao transmitir as informações, a história precisa ser analisada e averiguada para saber qual assunto tem maior relevância. Numa equipe de telejornal, todos sugerem matérias, mas, a responsabilidade maior é da produção que é encarregada de elaborar pautas. O livro no geral tem assuntos abrangentes de como os telejornais trabalham dentro de uma emissora. Existem programas jornalísticos que utilizam do sensacionalismo para ganhar ibope e isso é claro se torna ridículo, tudo para fazer com que as pessoas se prendam na frente da televisão, esse tema também é abordado no livro, onde é mostrado o Código de Ética dos Jornalistas, com os deveres de um repórter.A profissão do jornalista tem como objetivo principal o de passar a informação para todos. Enfim, gostaria de recomendar a leitura desta obra que muito contribuiu para o meu repertório cultural.

popô disse...

Gostei muito do que tenho lido aqui, e fiquei muito feliz em saber que Foi criado este espaço aos alunos de comunicação

Popo

Thamyres Paixão disse...

A resenha feita por Deivid Willian e Silvia Vasconcelos: REDAÇÃO PUBLICITÁRIA: A CRIATIVIDADE E A PERCEPÇÃO, baseado no livro: CRIAÇÃO SEM PISTOLÃO relata as dificuldades que um publicitário passa no início de carreira, cita também como se portar diante de um primeiro trabalho, com agir no dia-a-dia, como se manter e conviver dentro de uma agência, enfim experiências vividas por um publicitário renomado como Carlos Domingos, autor do livro.
Gostei muito da maneira com esses alunos fizeram a resenha, de forma clara e bem explicada, assim com é o próprio livro.

THAMYRES DE OLIVEIRA PAIXÃO BARROS.
2° PUBLICIDADE E PROPAGANDA.

Natália Fazenda disse...

Li a resenha: "A TÉCNICA DIANTE DAS CÂMERAS TELEVISIVAS" de Thaís Silva, sobre o livro "Jornalismo diante das câmeras". A resenha foi tão boa que me deu vontade de ler o livro. Até porque pelo o que ela contou o livro contém várias dicas de como ser um bom profissional na area da TV. E as dicas não valem só para o pessoal de jornalismo, mas para os profissionais de rádio e tv também. Toda pessoa que quer trabalhar na TV tem que saber se comunicar bem para poder passar uma boa mensagem ao público. E devemos também aprender sempre a trabalhar com a ética e a verdade. Já que hoje em dia a TV é um dos meios de comunicação em massa mais influentes.

Natália Fazenda - 2º RTV

mike disse...

Li o artigo da aluna SILVIA ROSANA GALTER SOUZA da Universidade do Vale do Paraíba - UNIVAP "A UTILIZAÇÃO DA PROPAGANDA TESTEMUNHAL COMO ESTRATÉGIA ARGUMENTATIVA" e como Radialista que sou, posso dizer que, realmente o testemunhal utilizado para vender uma marca ou uma idéia, tem uma grande força, principalmente no rádio, pois além de contar com a interpretação do locutor, a sua "fama" e carisma, conta também, com uma grande força de persuasão. Diferente de uma propaganda gravada, o famoso Spot, que é,na maioria das vezes,uma coisa mais "Fria", o testemunhal visa ter uma relação mais direta e com mais "conversa" com o ouvinte.

Tássia Martins 2º RTV disse...

O livro ''O que é fotografia'' de Cláudio Araújo Kubrusly parece ser bem interessante contando a história da fotografia.
Como diz no texto que a fotografia trazia curiosidade e expectativa para a sociedade na época de sua descoberta, até hoje ela ainda causa esse tipo de sentimento. Se pensarmos bem é uma coisa fascinante. Poder registrar momentos da vida que jamais voltarão. Ela tem o efeito de sugerir o que a pessoa que foi fotografada está sentindo. Se for tirada espontaneamente ela é mais ''verdadeira'', já que se a pessoa souber mudará de comportamento.
Hoje não se vê mais jornais ou revistas sem a fotografia. Ela e os textos se completam. E foi através dela também que foi contada a história da sociedade até hoje.

Diego disse...

A resenha sobre o livro “A técnica diante das câmeras televisivas” de Ivo York, nos remete a assuntos não somente de jornalismo, mas como um todo para demais áreas da comunicação, como elaboração de pautas, trabalho de cinegrafistas, produtores, diretores e toda equipe técnica que envolve este meio.
A aluna Thaís Nunes, redigiu em sua resenha as principais idéias do livro de maneira clara e objetiva, destacando os pontos em que o autor aborda e explicando-os.
Parabéns a aluna por esta resenha, deu até vontade de ler o livro.


Jeferson Diego
2° RTV

Fabíola disse...

Gostei muito desse espaço oferecido para que os alunos de Comunicaçaõ Social possam expor suas opiniões e trabalhos acadêmicos.

Parabéns!

Fabíola Nascimento
2ºAno de Jornalismo

Taiana Moura - 2º RTV disse...

Li a resenha "CONHECENDO A ARTE DA FOTOGRAFIA" e achei fascinante os pontos que cada um colocou sobre a fotografia, o que de fato é a fotografia e como ela transforma imagens em histórias. Destaco uma certa parte do texto que achei ótima: "Uma das características fundamentais da fotografia é a eternização de uma imagem em fração de segundos, traduzindo pela instantaneidade do momento". O que é verdade, a fotografia não é como uma pintura que leva no mínimo 15 minutos para ser desenhada, em apenas um clique vemos toda a mágica acontecer e aquele momento ser eternizado, podendo se transformar em histórias por longos e longos anos. Achei o livro interessantíssimo e com certeza vou ler, simplesmente por despertar a curiosidade de pessoas, assim como eu, amantes da fotografia.

Tássia... disse...

O livro ‘’O que é fotografia’’ de Cláudio Araújo Kubrusly parece ser bem interessante contando a historia da fotografia.
Como diz no texto que a fotografia trazia curiosidade e expectativa para a sociedade na época de sua descoberta, até hoje ela ainda causa esse tipo de sentimento. Se pensarmos bem é uma coisa fascinante. Poder registrar momentos da vida que jamais voltarão. Ela tem o efeito de sugerir o que a pessoa que foi fotografada está sentindo. Se for tirada espontaneamente ela é mais ‘’verdadeira’’, já que se a pessoa souber mudará de comportamento.
Hoje não se vê mais jornais ou revistas sem a fotografia. Ela e os textos se completam. E foi através dela também que foi contada a história da sociedade até hoje.

Richiely disse...

Gostei muito da resenha
“Conhecendo a arte da fotografia”,acredito que a fotografia seja sim,uma arte.Mas também acredito que quem faz essa arte,são os fotógrafos profissionais,os que tem realmente conhecimento sobre a área.
E esse mundo da fotografia é fantástico,pois fotografamos momentos,historias,que de alguma forma queremos deixá-las guardadas em nossas lembranças,e um modo de deixar isso inesquecível é a fotografia.
Essa arte chegou muito tempo,pra revolucionar,acredito que duas descobertas insubstituíveis seja a TV e a maquina fotográfica. Causa tanto fascínio,que hoje uma imagem diz mais que mil palavras.

Richiely Tuani Ikeizumi de Oliveira 2° RTV

Luiz Afonso Fernandes de Meirelles - 2º RTV disse...

Na sexta edição, o CADIC apresenta artigos e resenhas excelentes, porém o artigo "A ironia como estratégia discursiva dos comerciais da Ford", do aluno de Publicidade e Propaganda Luiz Felipe Gonçalves me chamou a atenção. O autor revela que, quando bem utilizada, a ironia "rende bons frutos" ao anunciante. Prova disso são os extraordinários anúncios da Ford que empregaram a ironia com muita inteligência, transmitindo com perfeição a sua mensagem através do humor. A leitura deste artigo é recomendada aos publicitários (principalmente) e também aos radialistas, que podem inserir a ironia na produção de spots, por exemplo.

Luiz Afonso Fernandes de Meirelles - 2º RTV

Soares disse...

Comentário sobre: "ANÁLISE DO ARTIGO 'O PRÓXIMO PASSO' DE CLÁUDIO MOURA"

Achei está análise muito detalhada e também clara. Tenho que confessar a vocês que não conhecia o autor do artigo, Cláudio Moura, porém depois dessa analise me interessei pelo jeito de pensar nele. Não li o artigo que originou a análise, mas pelo que pude perceber ele também deve ter feito uma pesquisa muito grande sobre, o ensino no Brasil e sobre os profissionais do ensino os professores!
Achei ótimo idéia a publicação dessas analises aqui no CADIC, pois, ajudará e muito a nós do segundo ano de jornalismo que estamos tendo que elaborar à mesma!


Rivair Soares 2° ano de Jornalismo

Anônimo disse...

Achei muito interessante analise feita pelos estudantes RAMON ALEXANDRE VIEIRA BERNARDES
RENATA DE SOUZA BENEDITO que é
ENTRETENIMENTO NA RÁDIO: ANÁLISE DO FORMATO DO PROGRAMA “JACKSON FIVE” DA RÁDIO MIX FM. A parte que mais me surpreendeu foi a dos Gêneros Radiofônicos nunca que poderia imaginar que havia tantos gêneros em rádio!
O mais interessante também que achei foi o tema, uma escolha que em minha opinião foi muito boa. Uma analise não é um texto tão simples de se entender, e o tema deles [...] FORMATO DO PROGRAMA “JACKSON FIVE”[...]
é um assunto do qual nós jovens nós interessemos por que é atual e divertido!

Amanda C. Moreira da Silva
2° ano de jornalismo

Ana Paula de Almeida disse...

Gostaria de comentar sobre o artigo escrito pela aluna Samantha, do 4º ano de jornalismo, em que é analisado o artigo jornalístico "Ayrton Senna, o banal", de Diogo Mainardi. Gostei muito da forma como a autora do artigo abordou a estrutura aristotélica de Mainardi no texto, e ainda a análise feita acerca da ironia presente no texto do colunista da revista Veja. Além de ter apreciado a leitura, o artigo também serviu de apoio para um estudo feito por mim de um texto de mesmo autor.
Parabéns pelo blog!

Ana Paula de Almeida
2º ano de jornalismo

André Luis disse...

A resenha "Técnica diante das câmeras televisivas", de Thais Silva , chamou-me a atenção. A resenha foi desenvolvida com base no livro "Jornalismo diante das câmeras", de Ivo Yorke.
O texto traz dicas de como um profissional de rádio e televisão deve atuar na frente das câmeras. Mostra que para ser um profissional bem sucedido , o indivíduo deve ser compromissado com o seu dever. Enfim , o livro é recomemdado para os profissionais de comunicação social.

André Luis Gouvêa Gomes - 2ºano RTV

Murilo disse...

Visitando o CADIC, encontrei a resenha "A TÉCNICA DIANTE DAS CÂMERAS TELEVISIVAS" da aluna Thaís Silva. O texto fala do livro "Jornalismo diante das câmeras", de Ivo Yorke. A resenha é tão brilhante que me senti motivado à ler o livro. Neste, o autor trata da postura que o profissional de comunicação deve ter perante as câmeras. O livro apresenta ainda os equipamentos necessários para a gravação em tv. O autor diz ainda que para ser um comunicador de sucesso, o profissional deve agir sempe com ética, pois a mensagem que este irá transmitir tem o poder de persuadir muitas pessoas. A leitura deste livro é recomendada aos profissionais de comunicação, que mais cedo ou mais tarde terão de enfrentar as câmeras.

Murilo Batista - 2º RTV

Arieli Karina disse...

O meu comentário é sobre a análise do artigo: Os tipos de ironia: analise textual de Millôr Fernandes, feito pela aluna Camila de Castros Reis. A realização da análise é de fácil compreensão e claro que foi uma bela escolha sobre o autor.
O modo com que Millôr trata dos assuntos com seu jeito irônico e debochado, traz para os leitores certa facilidade na leitura, mas sempre lembrando que a compreensão também depende da bagagem cultural de cada um.
Parabéns a aluna pela análise, muito interessante!

Anônimo disse...

Gostaria de parabenizar todos os seguidores deste caderno e o interesse coletivo de cada aluno, mostra que o curso de comunicaçao social da fatea, atraves dos professores que lutam incansavelmente para levar a qualidade,cultura aos alunos desta instituiçao " Fatea"

Parabens a todos...Ferla 3ºRTV

Talita Vallim disse...

Análise do artigo “O próximo passo” de Cláudio Moura

A resenha trata do artigo que tem como tema a educação, que é a base de uma nação melhor desenvolvida. Alguns projetos são citados ao longo do artigo e apresentados.Os fatos estão bem organizados, e a estrutura da resenha também está bem feita, respeitando às citações e os autores, expondo muito bem o conteúdo do artigo.

Pedro Whately disse...

Li o artigo "A IRONIA COMO ESTRATÉGIA DISCURSIVA DOS COMERCIAIS DA FORD" LUIZ FELIPE GONÇALVES DO NASCIMENTO RAMOS - 3º Publicidade e Propaganda, e gostei muito. Acho que o uso da ironia na publicidade é um recurso muito interessante e atrativo. Pois além de você poder colocar mensagens implícitas na propaganda, a ironia acaba dando um humor a ela. E o humor é uma forte arma dentro da publicidade, pois prende a atenção do público. Parabéns ao autor do artigo. Muito bem escrito, e o assunto foi muito bem explorado e explicado.
Pedro H. M. Whately Martins - 2º PP

Lucas Barbosa disse...

Achei muito bem elaborada e interessante análise semântico-argumentativa do artigo “Ayrton Senna, o banal” feito pela aluna Samantha Natielli Oliveira da Silva, na análise ela nos mostra as técnicas e os mecanismos que o grande Diogo Mainardi utilizou para expor suas idéias e conceitos sobre o assunto.
Gostei da parte que a aluna ressalta que Diogo Mainardi utiliza constantemente o uso da primeira pessoa , e assim se inclue na realidade do receptor servindo assim como um recurso persuasivo. Parabens pelo CADIC me ajudou muito na minha análise sobre um artigo de Ruth Rocha, e agora tenho uma ´´bussola´´ para me ajudar e me guiar.

Lucas Barbosa 2°ano Jornalismo

diogo disse...

O artigo "Próximo Passo" do autor Claúdio Moura,faz despertar no leitor os problemas da educação no País.A aluna Idalina Miranda,soube analisar de forma clara todos os pontos que o autor trabalha em seu texto para persuadir o leitor refletir sobre o problema da educação dos País.
A análise também mostra que o objetivo do autor,é de criticar os metódos aplicados para a avaliação da educação do País.

pedrootavio disse...

Artigo: A UTILIZAÇÃO DA PROPAGANDA TESTEMUNHAL COMO ESTRATÉGIA ARGUMENTATIVA - Silvia Rosana Galter Souza

O artigo aborda um tema muito comum dentro da Publicidade, a utilização de personalidades para a ascensão de um produto ou serviço. A comunicação em um todo é baseada na argumentação das pessoas, seja ela um texto, uma imagem, um som ou uma emoção. Tendo como base de uma oferta, a afirmação de um ícone de personalidade, as pessoas podem se sentir seguras ou determinadas a realizar algum tipo de consumo ou ação.
Persuadindo o público, as propagandas utilizam em seus argumentos ícones que o seduzem, trazendo idéias de emoção e até mesmo desejo por parte de celebridades, como dito no artigo, esta é a chamada propaganda testemunhal.
A imagem de uma celebridade pode atingir de forma avassaladora um público alvo, a autora expõe em seu artigo, exemplos de propagandas que utilizam deste recurso para a persuasão de seus consumidores, mas eu gostaria de dar um novo exemplo: É um "case" atual, a cerveja Brahma, atual patrocinadora da Copa do Mundo utiliza de ícones como o goleiro Julio César e o atacante Luis Fabiano como garotos propaganda, trazendo um espírito guerreiro para toda uma nação, "brasileiro é guerreiro dentro e fora de campo", um tipo de campanha que não é novidade na marca, que já utilizou o consagrado Ronaldo fenômeno, famoso por batalhar contra lesões, polêmicas e sempre deu a volta por cima.
Com este artigo pude aprimorar o que sei sobre este tipo de campanha e até mesmo utilizá-lo em trabalhos atuais, tendo como consideração final que este tipo de publicidade é sim muito eficaz, é claro dependendo do tipo de produto/serviço oferecido.

aluno: Pedro Otávio - 2º Publicidade e Propaganda.

thalles.azevedo disse...

Primeiramente gostaria de reforçar que o CADIC fortaleceu meus conhecimentos para que pudesse da melhor forma compreender um pouco mais sobre a televisão, através da resenha da aluna Camila Guimarães “O MUNDO DA TELEVISÃO”, CADIC Nº3, publicada no primeiro ano entre julho, agosto e setembro de 2009.
O livro “Televisão: Manual de produção e direção” pode ser usado em qualquer processo de produção audiovisual, e narra também algumas mudanças que ocorreram durante a evolução neste meio televisivo, onde, cada vez mais é necessária a sintonia entre os colaboradores de um projeto audiovisual, para se obter um bom resultado do produto.
Para meu TCC, por se tratar de uma obra audiovisual (vídeo-documentário), já estamos utilizando de alguns recursos, e tomando conosco os cuidados que todo processo de produção, gravação e finalização exigem em busca de sua excelência!

Duff_Beer disse...

Gostei da iniciativa do Cadic.
Vejo o tamanho da importância, deste espaço para que alunos ou não possam ter um incentivo maior em publicar e expressar suas idéias. Aqui podemos debater entre nós alunos e autores de artigos, tendo assim um melhor conhecimento baseado em determinados assuntos.
Uma crítica sugestiva:
Estes posts, poderiam ser separados em grupos por anos/meses/último post. Ou separar os comentários para que sejam feitos diretamente sob os artigos, sendo assim de melhor análise.
Achei complicado para localizar os textos e manusear o site.
Abraços.

Tuany disse...

Comentário sobre o Artigo: Entretenimento na rádio: Análise do formato do programa "Jackson Five" da rádio MIX FM
O tema trabalhado no artigo é de grande interesse, o programa Jackson Five apresentado na rádio MIX FM, atinge um número representativo de público, eu sou uma entre os vários ouvintes que escutam e se divertem com o cotidiano do motoboy. O artigo analisa pontos mais profundos do programa, a questão da estética, o contexto, os gêneros, quais os tipos de irônia presentes no programa. E vão mais além quando entram na questão dos gêneros, onde dão embasamento em cada um deles. No artigo também são destacados os quatro tipos de irônia, nos quais dois se encaixam ao programa: O eufemismo e o sarcasmo. Dão fechamento ao trabalho fazendo uma análise do programa, do personagem, do autor, da linguagem usada, o que deixa o artigo ainda mais rico. Gostei muito do assunto tratado no artigo, que mostrou que por tras de um programa humoristico existe todo um contexto, uma fundamentação.

Fernanda Rainha disse...

ANÁLISE DO DISCURSO ARISTOTÉLICO NOS ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS

Os Alunos Tiago e Thamyres conseguiram provar neste artigo que ninguém faz publicidade a "zóio", unindo palavras e imagens de qualquer jeito e ou montam uma peça com "achismos" deduzindo que os resultados serão bons.
Por trás de toda grande peça há uma estrutura, um conhecimento do produto a ser anunciado, e estas informações são lançadas na propagandas com as palavras corretas, com as imagens adequadas onde o resultará na vontade e decisão do consumidor de adquirir o produto. Como foi ressaltado no artigo, conhecer e dominar essas técnicas, é peça fundamental, ou até mesmo chave na elaboração de bons e eficientes anúncios.

Luiz disse...

O artigo referente ao grafiti nos mostra a verdadeira interpretação desta arte; deixa explícito o que é grafiti e o que é "pixação", fazendo referência à época das cavernas, qual seja onde o homem já se expressava através da arte rupestre. Atualmente esta arte que pra muitos é considerada marginalizada vem trazendo grandes seguidores, e mostrando cada vez mais a necessidade de habilidade para torná-la ferramenta profissional.

Pablo disse...

O artigo do ex – aluno Rodrigo Maciel, foi de grande importância para o desenvolvimento do meu projeto de conclusão de curso, pois trata-se também de um programa radiofônico, que visa a valorização do rádio, como meio de entretenimento, educação, cultura e informação. O trabalho acima citado tem por objetivo criar um programa humorístico que trate de temas do cotidiano envolvendo a realidade regional do Vale do Paraíba. Assim pude então buscar fontes bibliográficas e idealizadoras que enriqueceram a estrutura e produção do meu projeto.
Pablo Soares

Fabíola Carolina disse...

Gostei muito do artigo de autoria de Karina Pontarolo, "CONHECENDO A ARTE DA FOTOGRAFIA". Esse artigo trabalha com um tema que abrange de certa forma as várias formas fotografar e é claro as técnicas presentes em cada fotografia. Para os alunos de Comunicação Social, esse artigo pode ser utilizado como base de muita importância.

É mostrado claramente que a arte de fotografar é um 'dom", que cada vez mais pode ser aprimorado. Em particular, a autora está de parabéns até porque é uma área queestá crescendo muito nos dias atuais.

Fabíola Nascimento
2ºAno de Comunicação Social/ Jornalismo.

Maria Antonieta disse...

Camile Araújo 2° Jo

A resenha do livro "Jornalismo diante das câmeras", escrito pela aluna Thaís Nunes, nos dá um breve parecer sobre o enfoque do livro de maneira sucinta e de fácil entendimento.
Para os estudantes de comunicação social que têm como objetivo a carreira no telejornalismo, o livro de Ivo Yorke abrange todas as minúcias encaradas pelos diversos profissionais que atuam nessa área, despertando um interesse ainda maior no leitor. Com certeza um livro elucidativo e indispensável para todos que desejam conquistar um espaço nesse mundo competitivo da televisão. Uma ótima escolha da aluna Thaís.

Fabíola Nascimento disse...

Falar diferente, essa é uma questão muito discutida no meio de uma comunicação(escrita ou falada). Preconceito Linguístico, o que é Mito ou não, esse foi o tema trabalhado em sala de aula pela professora Neide para os alunos do 2ºAno de Comunicação Social/Jornalismo. Tema esse que, serviu para esclarecer as dúvidas existentes no cotidiano de todo cidadão. É bom deixar claro, que falar bem não quer dizer que é preciso falar corretamente perante as pessoas , mas, sim adequar-se ao padrão que a própria sociedade impõe. Exemplo: Uma pessoa que mora em zona rural e tem um vocabulário típico do seu local, pois, sempre aprendeu de forma simples não é obrigado a falar como uma pessoa que mora na zona urbana, ou como um professor de Língua Portuguesa. O que falta nos dias atuais é a procura pelo aprender, é querer se esforçar para ser uma pessoa melhor na comunicação, sendo ela escrita ou falada. Infelizmente, no país em que vivemos existem normas da Língua Portuguesa que para muitos se tornam desnecessárias. Para os brasileiros qual a finalidade do Novo Acordo Ortográfico?
Resposta essa, que resultará de muitas opiniões.
Os esclarecimentos da professora Neide contribuíram muito para as minhas dúvidas do dia-dia.
Fabíola Carolina do Nascimento
2ºAno de Comunicação Social/ Jornalismo.

Diego Barreto disse...

Percebemos nos dias de hoje um grande despreparo nas emissoras de rádio do país, por isso é de suma importância para um locutor, um radialista ou até mesmo os que querem ingressar na carreira radiofônica as colocações dispostas no livro de Cyro César: “Como Falar no Rádio: Prática de Locução AM e FM”. O livro apresentado em sala de aula pelos alunos Wanderson Martins, Ninna Serra e Paula Morais expõe princípios de locução, cuidados e dicas, saúde vocal, como falar melhor, além das características do rádio. Pode-se dizer que a obra nada mais é que um manual sobre a prática de locução e indispensável para a descoberta do mundo radiofônico.

Diego Barreto – RTV (2º ano)

Richiely 2° RTV disse...

A resenha “Preconceito Lingüístico” do aluno Diego Barreto.Nos faz entender varias duvidas,como o português pode ser interpretado de varias formas,pelos mitos.E como muitas pessoas criam fantasias sobre o que é certo ou o que é errado.E o livro acredito que seja indicado para qualquer tipo de profissão,não apenas para comunicação.

Questão de Opinião disse...

O livro Preconceito Lingüístico, aborda questões muito importantes sobre a nossa língua, discutindo sobre os mitos que nos rodeiam diariamente, e acaba criando uma confusão, onde linguagem e as normas gramaticais se misturam.
Deve-se ter consciência sobre aspectos importantes como regionalização, e assim reconhecer e entender a diversidade lingüística em nosso país.
Outros aspectos são citados no livro, como a diferença entre escrever e falar bem, e outras confusões que acabam sendo seguidas por muitos.

Carla disse...

“Notícia um produto à venda: Jornalismo na Sociedade Urbana e Industrial”
Cremilda Medina

O livro trata da questão da notícia hoje em dia ser um produto para o mercado, ela não é somente um produto de cultura, ela é, principalmente, para os jornais um meio de trabalho e uma fonte de renda.
Além dessa questão da notícia ser um produto, o livro também trata alguns conceitos básicos de jornalismo, como a formação da edição, a redação, angulação, a questão da pauta e da pré-pauta, dando exemplos com algumas comparações entre principais jornais.
Notícia um produto a venda, tem como autora a grande jornalista Cremilda Medina. É um livro muito interessante e que desperta a curiosidade por mais informações de qualquer estudante de jornalismo.

Ayleen Carla de Carvalho
2° de jornalismo - FATEA

Thamyres Paixão disse...

Na aula de Redação Publicitária, as alunas Fernanda e Isadora, apresentaram os livros, Redação Publicitária: Sedução pela Palavra de Celso Figueiredo e Redação publicitária: O que faltava dizer de Marco Aurélio Cidade, eles são bem parecidos em seus conceitos, ambos criticam a publicidade atual, visto a falta de profissional qualificado, mostram com clareza como funciona uma agência e principalmente o departamento de criação, trazem dicas para escrever bons anúncios para tv, rádio, jornal, revista, outdoor, internet, mídia alternativa etc.
No primeiro, o autor descontrói anúncios e examina cada um de seus elementos, ao mesmo tempo que correlaciona os aspetos da redação publicitária aplicada a cada uma das mídias. Sugere estratégias, pois como afirma o jornalista Matias Suzuki Júnor, " A comunicação moderna se tornou fragmentária e complexa. Não se pode mais pensar em publicidade apenas intuitiva, fruto da inspiração pura. É necessário conhecer os conceitos, as técnicas e o contexto que levam às palavras certas para a comunicação certa".
No segundo, os temas abordados são: Departamento de Criação, Mercado, Público-Alvo, Tipos de Campanha, Brainstorming, o Texto Publicitário, o Processo Criativo e seu Desenvolvimento, Nomes e Produtos, Meios Eletrônicos e Impressos, Marketing de Serviços, Varejo, Atacado e Internacional, e o Texto na Propaganda Política.
Embora trazem alguns pontos diferentes eles se completam em relação a publicidade em geral, destacam também o processo aristotélico que sempre está presente nos anúncios. Ambos são de fácil entendimento, auxiliam não só estudentes de comunicação social, mas a todos que os lêem, com isso o consumidor passa a ser mais atento e seletivo, contribuindo e interferindo cada vez mais na criação de campanhas publicitárias mais criativas, melhor direcionadas e muito mais honestas.

THAMYRES DE OLIVEIRA PAIXÃO BARROS.
2° PUBLICIDADE E PROPAGANDA.

Thamyres Paixão disse...

A ARTE DOS SLOGANS - AS TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO DAS FRASES DE EFEITO DO TEXTO PUBLICITÁRIO de Luis Carlos Iasbeck, mostra a criatividade dos textos publicitários como resultado de uma junção produtiva entre trabalho e sensibilidade, pois além de criatividade e persuasão, o profissional desta área deve provocar emoções em seus "leitores"/consumidores. O autor faz inúmeras citações de slogans famosos (com ênfase em instituições financeiras), fala-se muito de teorias da Comunicação Semiótica, Roland Barthes, Umberto Eco, acho que devido ao fato do mesmo ser Mestre e Doutor em Comunicação e Semiótica, e é claro que se falou também em Funções de Linguagem, pois para se fazer um Slogan, é necesário uma elaboração mais profunda, visto que muitos deles se tornaram parte de expressões cotidianas.

THAMYRES DE OLIVEIRA PAIXÃO BARROS.
2° PUBLICIDADE E PROPAGANDA.

Ninna Serra disse...

A resenha do livro "Preconceito linguístico: o que é, como se faz", escrita por Diego Barreto, é um excelente resumo crítico, escrito de forma clara e direta; Nos faz entender que falar bem não é apenas uma questão de regionalismo ou classe social.
Todos nós falamos português, independente de qual classe social pertencemos, que região nascemos ou fomos criados.
No Brasil, infelizmente, o preconceito linguístico é predominante na maioria das cidades do país. 'Rixas' entre estados como Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, possuem diversos preconceitos, principalmente na forma de falar.
Devemos ter plena consciência que todo o tipo de preconceito - seja ele racial, social, ou lingüístico - não é positivo.
É importante saber distinguir a norma culta real da norma culta ideal.
O "parar de falar" tudo aquilo que julgamos 'errado', para começarmos falar aquilo que tomamos como 'certo', pode partir de cada um de nós. Mas, lembrando sempre que, não devemos ter nenhum tipo de discriminação.

Ninna Mª Serra Barboza de F. Reis
2° ano de Rádio e Televisão

Ana Paula de Almeida disse...

O livro “Preconceito Linguístico”, de Marcos Bagno, apresentado à sala por meio de um seminário fala da diversidade linguística existente no país e de como tal diversidade por vezes é tratada como falta de conhecimento por parte de quem fala de modo diferente do considerado correto. A verdade é que no Brasil não existe um modo “correto” de falar, existe sim uma norma culta, mas que não deve servir como uma forma de exclusão para quem não a segue. Bagno defende em seu livro o ensino linguístico voltado para a inclusão e para a valorização da cultura brasileira, no que diz respeito às gírias, jargões e expressões que identificam e fazem parte da cultura de cada canto do país. Um livro muito interessante e que desperta a atenção do leitor para o fato de que é preciso valorizar a cultura do país antes de querer impor regras que não condizem com os regionalismos de cada localidade do Brasil.

Ana Paula de Almeida
2º ano de jornalismo

Ana Paula de Almeida disse...

O livro de Lucia Helena Issa, “As cerejas do comandante”, apresentado pela aluna Mariane Soma, trata de um assunto muito instigante e contemporâneo na história da sociedade moderna: a vida em Cuba. O país que é um dos únicos a ainda preservar o sistema comunista em meio a uma sociedade quase majoritariamente capitalista, foi o objeto de estudo de Lucia Helena, que por meio de uma investigação em Cuba produziu esse livro-reportagem contando um pouco da rotina e da vida dos cubanos, mostrando o lado dos que apóiam e dos que são contra o regime ditatorial comunista imposto por Fidel Castro. Dentre as apresentações propostas para a turma do segundo ano de jornalismo, o livro escolhido pela aluna Mariana é o que mais se assemelha com um produto jornalístico, pois diferentemente dos outros livros que explicam técnicas e regras da profissão, “As Cerejas do Comandante” é o exemplo puro de como deve ser um livro-reportagem.

Ana Paula de Almeida disse...

A autora Cremilda Medina em seu livro "Notícia, um produto à venda", que foi apresentado pela aluna Maria Mariana, propõe uma discussão sobre o modelo de análise do fenômeno jornalístico nos vários aspectos do processamento da notícia. Como é feito o tratamento das informações jornalísticas no âmbito das redações, onde são criadas e formuladas os produtos para venda nas bancas: as notícias. Cremilda Medina faz uma reflexão sobre a produção jornalística nas sociedades urbanas e sobre a importância do jornalismo como forma para a urbanidade das pessoas. Um livro muito interessante que remete à reflexão sobre o papel do jornalista de transformar a realidade atual de comercialização da notícia para a sua verdadeira função, que é a de informar.

Ana Paula de Almeida disse...

O livro "Deu no jornal - o jornalismo na era da internet", do jornalista Álvaro Caldas é muito interessante pois se trata de uma coletânea de textos que abordam o jornalismo impresso na era digital e os desafios que o mesmo encontra para competir com a internet. Atualmente, como se sabe, a internet se mostrou uma ferramenta que acelera as informações, e nesse aspecto sai na frente do jornal impresso. E é sob essa perspectiva que Álvaro Caldas organizou o livro, como uma forma de mostrar para o profissional e para o estudante de jornalismo os caminhos a serem tomados nessa nova era da informação.

Ana Paula de Almeida
2º ano de jornalismo

wanderson Martins disse...

Comentário do Livro Preconceito Lingüístico
Nome: Wanderson Augusto Martins Curso: 2º Ano de Radio e Televisão
O que pude compreender com a apresentação do livro Preconceito lingüístico foi que muitas questões estão ligadas a esse assunto, até mesmo na foto da capa do livro retrata um exemplo simples do povo nordestino, pessoas simples, de classe Inferior, pobres, que são uma parte do povo que vivenciam esse preconceito lingüístico.
A confusão está ligada a Língua e gramática normativa, a Língua se movimenta como um rio, constantemente, como uma água que corre sendo dinâmica evoluindo a cada dia.
Existem vários Fatores que fazem a variação da Língua no Brasil, fazendo parte também alguns mitos sobre essa Variação. Um dos Mitos é quando se fala que há Muitos sem Língua – que utilizam o Português não na Norma Culta. A língua é como um balaio de Gatos onde se tem uma diversidade cultural, diferente. Outro Mito é quando se refere ao Português como difícil, há pessoas sem instrução que falam errado, não sendo uma questão física, mas sim uma questão Social e Política decorrente do Preconceito Social.
A gramática é imposta pela Sociedade formada por um Grupo de Pessoas, normalmente Políticos que decidem por grupos elitistas, se souberem a gramática você pertence ao grupo, se não domina é marginalizado, considerado um Burro ignorante.
Com este Livro muitas duvidas e questões foram esclarecidas, e assim podemos vivenciar ao nosso redor esse tema que envolve diversas culturas e pessoas a todo instante.

Amanda Cristina disse...

Infelizmente ainda não tive a oportunidade de ler o livro dessa (tão orgulhosamente falo) ex-aluna da FATEA, mas pela apresentação feita da minha colega de classe Mariane, consegui formar uma pequena opinião critica!
Durante 2 messes Lucia pode absorver toda a cultura e historia daquele pais, e não é qualquer jornalista que digamos tem esse talento de saber contar uma boa história. Ela soube contar de maneira clara a vida de cada personagem, desde o engenheiro a prostituta. Foi um ótimo trabalho jornalístico investigativo, eu que amo esse ramo mais investigativo me apaixonei já somente pela apresentação. Com certeza esse é um dos livros que lerei em minhas férias!

Amanda c. Moreira 2° ano de Jornalismo

Amanda Maniçoba disse...

Análise opinativa sobre o livro “Preconceito Linguístico” de Marcos Bagno. Resenhado pelo o aluno Diego Barreto, Comunicação Social, FATEA.

Muitos países herdaram aspectos culturais de seus colonizadores, não é novidade, ainda mais com a mistura de tecnologia e informação nos dias de hoje. Mas se tratando do Brasil, a nação tropical não herdou perfeitamente à gramática e a pronuncia do Português de Portugal, mas isso não quer dizer nada, aliás, não há o que se importar com essa questão, nosso país adotou seu vocabulário próprio, de acordo com as culturas de cada região e a história vivida pelos os brasileiros; ainda mais que somos países completamente distintos um do outro. Cada um fala da maneira que lhe for conveniente, ninguém vai mudar a forma como uma pessoa aprendeu a falar desde criança, na roça. Da mesma maneira que ninguém muda, o jeito de um empresário formado poupar seu extenso vocabulário em uma reunião.
Problemas sociais, políticos e econômicos, ocasionaram circunstâncias em que a educação e o desenvolvimento social no país fossem estorvados devido ao fraco planejamento do governo para com a educação. Vale lembrar também que, a questão da nova ortografia ajuntou ainda mais empecilhos no andamento da busca pela educação da língua portuguesa no país. Não é criando barreiras entre a gramática e a língua usadas em países diferentes, que as coisas vão mudar, o Brasil por ser uma nação de expansões proporcionalmente vasta entre os habitantes, possui um perfil cultural fortemente preservado, em se tratar de pronuncia.
A resenha foi de grande utilidade, para compreender a abordagem dos mitos que Marcos Bagno impõe no seu livro, e como vivemos isso no cotidiano, com as diversidade de pessoas que conhecemos, tanto no âmbito econômico, como na questão acadêmica.

Amanda Maniçoba – 2° Jornalismo

Jéssica Queiroz 2° Jornalismo disse...

O livro “As cerejas do comandante” que foi apresentado pela aluna Mariane Soma me chamou muita atenção e acho que também de muitos.
Eu desconhecia totalmente como era Cuba, os cubanos, e o seu ritmo de vida. Interessei-me muito pela a história, contada pela escritora e jornalista Lucia Helena Issa, onde ela percorre Cuba e nomeando como um “Universo”. Ao longo da apresentação do livro, e por meio das declarações da autora, era automático lançarmos em nossa mente “como era Cuba” e a partir dos fatos descobrimos um lado da moeda que desconhecíamos , envolvendo a ética, a religião, e outros fatores, expostos em alguns depoimentos dos entrevistados..
Como um forte faro jornalístico de Lúcia Helena ela consegue para nós, muito mais além do que alguns comentários, mas também a raiz de Cuba e o verdadeiro papel do comandante Fidel , voltado para as ações do governo Fidel , onde mostram dados de que comprovam a educação de primeira dos cubanos e o salário socializado a todos.Apesar do livro ser literalmente voltado a Cuba , ele é de caráter jornalístico , por se tratar de uma investigação profunda, o que faz gerar em nós uma pitada de “jornalismo investigativo” em desvendar o que está por de trás de um assunto ou até mesmo de um país.
Adorei esse livro, a descrição, e sem deixar de ressaltar o titulo “As cerejas do comandante” parabéns pela escolha.

Lucas Barbosa disse...

Comentário do Livro : Deu no Jornal: Jornalismo impresso na era da internet.
Autor : Álvaro Caldas

Na obra Deu no Jornal: jornalismo impresso na era da internet do escritor Álvaro Caldas , somos convidados a refletir sobre o jornalismo impresso nos dias de hoje e nos mostra a revolução que os computadores e a internet provocaram na produção da informação. A obra traz textos opinativos redigidos por 10 personalidades da imprensa brasileira sobre essa questão, o autor também faz uma interessante ´´viagem´´ ao passado das redações jornalísticas e relata como os jornais e revistas eram editados.

Lucas Barbosa

Jéssica Queiroz 2° Jornalismo disse...

Notícia não é somente a divulgação de um fato ocorrido. Notícia deve ser vista com seriedade, como um produto à venda e seguro a quem a compra. É o que a autora Cremilda Medina busca atingir em seu livro “Noticia um produto à venda: Jornalismo na sociedade urbana e industrial” onde mostra que o jornalista tem o papel de transformar a realidade em notícia e como produto gerador de renda.
Mas não é somente a questão da notícia é discutida pela escritora, ela também reforça alguns conceitos que fazem parte do trabalho do jornalista, como a edição, elaboração de pautas e descreve como funciona a redação, e como é a chegada das notícias e o seu tratamento.
Para facilitar o entendimento do leitor ela cita alguns jornais conhecidos e leva a reflexão se a notícia nos dias de hoje ela pode ser considerada como uma interação social ou um consumo?
Para quem pretende seguir a profissão de jornalista, este livro ajudará muito.

Jéssica Queiroz 2° Jornalismo disse...

O livro “Deu no jornal – o jornalismo na era da internet” vem como um esclarecimento de como o jornal impresso vem caminhando com a chegada da internet.
Sabemos que a internet é uma ferramenta fortíssima tratando-se de qualquer meio que ela esteja, e discute a questão de como o jornal do futuro chegará aos leitores neste cenário do mundo virtual. Álvaro Caldas relembra o ambiente das antigas redações e faz as comparações ao ritmo das redações de hoje com a presença da internet.
È claro que com a internet, a informação é mais rápida ao leitor, mais barata , mas não tão agradável aos profissionais da área do impresso , opiniões e discussões é o que encontramos neste livro onde também vários escritores apontam suas reflexões sobre o tema.

diogo disse...

O livro "Preconceito linguístico" do autor Marcos Bagno,fala sobre os problemas da gramática e a língua portuguesa que é considerada "difícil",um mito disseminado entre os brasileiros. Na verdade dominar as regras gramaticais é essencial.Bagno denomina as pessoas que não seguem a gramática como os "sem línguas",ou que "gramáticos seriam grandes escritores".A forma de se falar ou escrever vem atribuido da cultura de cada localidade ou por meio econômico e social,cada um de seu modo.Importante lembrar que preconceito social,não deve ser relacionado ao intelectual da pessoa,mas a comunicação que não está de acordo com a gramática.


Diogo Meireles 2º jornalismo

diogo disse...

O livro "Notícia um produto a venda" da autora Cremilda Medina,mostra a notícia como um produto comercial,um produto de venda.O livro também,detalha o processo de elabaração da notícia,nas redações,qual o formato,sua elaboração,qual público a se destina,ressultando o produto que chega ao consumidor.


Diogo Meireles 2ºjornalismo

Jeferson RTV disse...

Na apresentação do livro”Preconceito Lingüístico” de Marcos Bagno, o apresentador Diego Barreto 4°RTV, se preocupa em transmitir a intenção do autor de desmistificar nossas dúvidas sobre a língua, nos apontando os ciclos viciosos do preconceito lingüístico, e nos direciona a uma forma de desconstruir nosso preconceito.
Na mensagem transmitida em sua apresentação, Diego sintetiza que por mais que exista variações lingüísticas em nosso país e em outros que abrange o Português como língua oficial, não podemos julgar qual é a forma mais correta a seguir do nosso idioma, pois todas são constituídas conforme os valores culturais e sociais de cada região, Estado ou País.
Parabenizo o aluno Diego pela apresentação deste livro e pela forma de nos facilitar a compreensão desta obra.

Jeferson RTV disse...

A apresentação sobre o livro “Como Falar no Rádio – Prática de Locução AM e FM” de Cyro César, realizada pelo grupo Wanderson Martins, Ninna Serra e Paula Moraes, ambos do 2° ano de RTV da FATEA, foi de grande valia para nós, futuros comunicólogos por apresentar técnicas de como preservar a voz, respirar corretamente, exercícios de dicção entre outros.
Houve uma preocupação em passar o conteúdo do livro da maneira mais clara possível, nos levando ao final da apresentação a uma discussão sobre qual seria o futuro do rádio.
Entramos em acordo de que enquanto houver profissionais apaixonados pela profissão, a magia do rádio não acabará.
Parabéns pela apresentação.

Anônimo disse...

"Notícia, um produto à venda", da autora Cremilda Medina que foi apresentado pela aluna Maria Mariana é instigante a nós futuros jornalistas, comunicólogos. O livro que aborda vários âmbitos do processamento da notícia vivencia nas redações a criação e formulação do produto final que é a notícia. Isso faz com que nós estudantes de comunicação possamos "lidar" com um dos nossos instrumentos de trabalho. Ainda não tive o prazer de ler, mas conheci através da apresentação da minha colega de classe, fazendo o gozo dessa leitura virei para postar outro comentário, já que com certeza terei mais opiniões formadas sobre ele.

Arieli Karina
2° Jornalismo

Anônimo disse...

"As cerejas do comandante", Lucia Helena Issa.
Uma autora de grande orgulho a nós graduandos de comunicação da Fatea, já que ela se formou nessa Instituição. Lucia que durante quase dois meses esteve em Havana, Varadero, Pinar Del Rio e outras cidades de Cuba, com o jornalismo investigativo, entrevistou e colheu depoimentos de médicos, estudantes, prostitutas e donas de casa. No livro ela mostra a realidade da vida cubana, com versões e versões sobre um país tão polêmico e revelador aos olhos de cada personagem. E a aluna Mariane Soma na sua apresentação nos mostra seu encantamento pelo livro, despertando assim, ainda mais nossa curiosidade nessa leitura.

Arieli Karina
2° Jornalismo

Mariane SOMA (Jornalismo é Arte) disse...

O livro "Notícia um produto a venda" da autora Cremilda Medina, mostra a notícia como um produto que qualquer um pode comprar. Existem regras, padroes, formatos mas não são sempre seguidos.

Thamyres Paixão disse...

No livro Publicidade a Linguagem da Sedução, a autora Nelly de Carvalho explora a publicidade voltada ao público feminino, que diga-se de passagem são as maiores contribuidoras para o crescimento dessa arte de consumir. Relata a linguagem publicitária, que é exagerada, metafórica e ambígua, fala sobre as 2 vertentes do poder da palavra: criar e destruir/ prometer e negar, apresenta o conteúdo através do prisma de três tipos de convencimento: a ordem, a persuasão e a sedução que fazem da publicidade o que ela é hoje, o meio mais utilizado para transmitir valores, ideias e conceitos.

THAMYRES DE OLIVEIRA PAIXÃO BARROS.
2 PUBLICIDADE E PROPAGANDA.

Arieli Karina disse...

O Livro “Deu no jornal – o jornalismo na era da internet”, foi o seminário apresentado pela aluna Denise, do 2° ano de Jornalismo.
O autor Álvaro Caldas desenvolve sua obra nos relatando o desafio de se manter o jornalismo impresso na era da ebulição tecnológica. São textos escritos por profissionais da área, nos apresentando o dia-a-dia das redações, a importação do lead e sublead dos Estados Unidos, a rotina de um repórter, pauta, fechamento de matéria, enfim, questões do impresso que temos que adaptar ao digital.
Demonstrando ainda que, apesar da informação na internet ser mais rápida e de "fácil" acesso, muitos leitores dão preferência ao impresso, por isso acredito que ele não vá se extinguir tão rápido assim.

Arieli Karina
2° Jornalismo

Anônimo disse...

O autor Álvaro Caldas, no seu livro “Deu no jornal – o jornalismo na era da internet”, apresenta o jornalismo impresso e suas dificuldades em se manter vivo.
Vários veículos já aderiram ao meio digital, mas não desprezando seus fiéis leitores das notícias diárias.
São capítulos escritos por profissionais da área de jornalismo,como: Uma breve história dos veículos impressos, cada editoria numa edição do jornal, jornalismo cultural e de entretenimento, entre outras abordagens.
E a revolução da internet, e o impresso tentando se adequar da melhor maneira a essa nova "era".

Luara Castilho
2° Jornalismo

Paulo Marques disse...

Nosso país de dimensões continentais não pode julgar as maneiras de se falar e de se expressar de regiões diferentes. Por exemplo, os sulistas não podem criticar os nordestinos pelas gírias e expressões.
O que deveria acontecer, é que nossa língua deveria passar a se chamar de "brasileira" não de portuguesa, porque cada pessoa, cada região brasileira tem as suas expressões próprias, e elas não podem ser consideradas erradas, só porque nossa língua é baseada em um acordo com outros países que não conhecem nossas características.

Ninna Serra disse...

Na última quinta-feira, dia 26, o aluno Guilherme Lucaz apresentou o seminário do livro, "Rádio, a mídia da emoção", de Cyro César, que ele leu durante as férias.
Com uma apresentação simples e sem rodeios, Guilherme falou sobre as principais experiências de um profissional do rádio, comentou sobre a emoção de um radialista ao estar no ar e contou algumas histórias que o autor do livro passou durante sua trajetória profissional.
Achei interessante o modo como Guilherme conseguiu expor os assuntos tratados na obra, despertando nos alunos, que não leram este livro, o interesse em lê-lo.

Parabenizo, pela apresentação, o aluno Guilherme e a professora Neide por incentivar e apoiar a leitura de seus alunos!

Ninna Mª Serra Barboza de F. Reis
2º ano de Rádio e Televisão

Ninna Serra disse...

Michael Rafael, aluno do 2º ano de Rádio e Televisão, apresentou recentemente o seminário do livro de Milton Yung, "Jornalismo no Rádio", no qual me identifiquei. Michael focou muito, em sua apresentação, a questão: "O que é jornalismo no rádio, como fazer?"; Esta é, com certeza, uma das constantes dúvidas, para muitos profissionais da área de comunicação, que foi sendo esclarecida ao decorrer do seminário sobre a obra.
Compreendi que todo profissional - seja ele radialista ou jornalista - deve ser ágil e sempre verificar a fonte da notícia (não adianta o profissional dar a notícia em primeira mão se a fonte não for segura). Sendo assim todos os profissionais radiofônicos devem procurar passar a maior credibilidade possível para os ouvintes.
Uma citação do radialista Serginho Leite, escrita em 1989 e publicada no livro "Como Falar no Rádio - Práticas de Locução AM e FM" de Cyro César, resume como deve ser a postura de um profissional que faz jornalismo no rádio:

"O rádio deve ser encarado de forma muito séria, só assim você vai realizar o que quer. E tem mais: se um dia você estiver no ar, procure fazer do rádio a sua maior responsabilidade, porque as pessoas acreditam demais em você."

Ninna Mª Serra Barboza de F. Reis
2º ano de Rádio e Televisão

Gabriela, disse...

O trabalho da Fernanda sobre o livro REDAÇAO PUBLICITARIA - SEDUÇAO PELA PALAVRA, foi bem interessante. É um livro bom para quem estuda e/ou tem interesse pela publicidade. É proposto no livro o uso de diferenciadas estratégias de mensagem para cada situação de comunicação. Fala também sobre a persuasão do texto publicitário, da importância do texto e da imagem em anúncios publicitários, mas faz uma nota que a imagem gera um impacto sim no público, mas que a palavra tem um poder muito maior.

Leila Beatriz Vieira disse...

O livro “Redação Publicitária: Sedução Pela Palavra” de Celso Figueiredo, foi apresentado pela aluna Fernanda. Onde o autor analisa os elementos dos anúncios, um a um, e os liga aos aspectos da Redação Publicitária por entre as atuais mídias. Apresenta algumas estratégias para que se possa ultrapassar as barreiras que a comunicação moderna oferece, sendo fragmentada e complexa. Não podendo contar apenas com a intuição e a inspiração. Para desenvolver uma boa comunicação, é preciso dominar as técnicas e os conceitos que a envolvem.

O Livro: “Redação publicitária: O que faltava dizer de Marco Aurélio Cidade”, foi apresentado pela aluna Isadora. Este livro foi organizado em temas onde se encaixam a redação publicitária. Destacando o esquema aristotélico, que acredito sempre ser citado quando se fala em Texto Publicitário.

Ambos são parecidos, fazem críticas à atual publicidade e trazem à tona os mesmos conceitos. São repletos de dicas para se criar bons anúncios. Uma leitura interessante também para "não-comunicólogos", os consumidores em geral, que precisão ficar atentos quanto a suas escolhas. Para enfim gerarmos melhores produtos e profissionais propagandistas.

TALITA BEATRIZ VALLIM,
2º PUBLICIDADE E PROPAGANDA

Talita disse...

O livro “Redação Publicitária: Sedução Pela Palavra” de Celso Figueiredo, foi apresentado pela aluna Fernanda. Onde o autor analisa os elementos dos anúncios, um a um, e os liga aos aspectos da Redação Publicitária por entre as atuais mídias. Apresenta algumas estratégias para que se possa ultrapassar as barreiras que a comunicação moderna oferece, sendo fragmentada e complexa. Não podendo contar apenas com a intuição e a inspiração. Para desenvolver uma boa comunicação, é preciso dominar as técnicas e os conceitos que a envolvem.

O Livro: “Redação publicitária: O que faltava dizer de Marco Aurélio Cidade”, foi apresentado pela aluna Isadora. Este livro foi organizado em temas onde se encaixam a redação publicitária. Destacando o esquema aristotélico, que acredito sempre ser citado quando se fala em Texto Publicitário.

Ambos são parecidos, fazem críticas à atual publicidade e trazem à tona os mesmos conceitos. São repletos de dicas para se criar bons anúncios. Uma leitura interessante também para não comunicólogos, os consumidores em geral, que precisão ficar atentos quanto a suas escolhas. Para enfim gerarmos melhores produtos e profissionais propagandistas.

Talita disse...

O livro “Arte dos Slogans: As técnicas de Construção das frases de Efeito do Texto Publicitário, de Luis Carlos Isabeck” (apresentado pela aluna Mayara), mostra que a fusão de trabalho e sensibilidade resulta em textos publicitários criativos. Onde o comunicólogo deve provocar emoções no público consumidor para persuadir. O livro cita vários slogans famosos que ficaram para a memória da propaganda, e ilustram bem as idéias do autor na descrição do processo de criação de um slogan.

TALITA BEATRIZ VALLIM
PUBLICIDADE E PROPAGANDA - 2º ANO

Diego Barreto disse...

No livro “Rádio: a mídia da emoção”, o autor Cyro César conta-nos sobre sua experiência no rádio e também sobre a emoção de estar no ar. Além disso, responde e discute algumas questões sobre a profissão radialista. Ele também considera importante que o profissional de rádio saiba comunicar as emoções, entendendo as próprias necessidades emocionais. O aluno do 2º RTV, Guilherme Tolosa, em sua apresentação, enfoca a inteligência emocional, um atributo do ser humano, que implica na capacidade de usar e controlar a emoção, indispensável na vida de um radialista e também de grande importância no relacionamento interpessoal.

Diego Barreto – 4º RTV

Fabíola Nascimento disse...

O livro "Notícia", um produto à venda, da autora Cremilda Medina, apresentado pela aluna Maria Mariana do 2ºAno de Comunicação Social/ Jornalismo, trata de diversos assuntos no âmbito das redações onde se cria e estabelece um produto para venda em banca: a notícia. Alguns exemplos tratados são: Informação Jornalística, que mostra a origem do noticiarismo e quando surgiram as publicações periódicas, outro aspecto é o de como a informação é passada para o leitor, se ela é clara e objetiva e de que forma isso acontece.
Maria Mariana está de parabéns pela apresentação, pois, o tema trabalhado pela aluna é muito importante para todos os alunos de Jornalismo.

Fabíola Nascimento
2ºAno de Comunicação Social/Jornalismo

Joradania Faval 2º RTV disse...

Jornalismo de Radio – Michael

Nos dias de hoje, o radio pode até parecer ultrapassado, mas ele é essencial na vida de muitas pessoas, que pode através dele ouvir as principais noticias do dia e se informar quanto a muitos outros assuntos.
O jornalista do radio, assim como o da TV, tem que estar sempre atualizado, ter uma boa postura, uma boa locução ser coerente, ter fontes confiáveis e principalmente ser muito cauteloso quanto as “noticias de primeira mão” para não informar coisas erradas. Dessa forma a emissora inteira ganha mais audiência e credibilidade.

Jordania Faval 2° RTV disse...

Como Falar no rádio – Cyro César por Ninna e Wanderson

Para exercer a profissão de locutor, exige-se mais do que “saber falar”. Tem que ter técnica. Não é apenas balbuciar algumas palavras e “tá bom”, tem que ter uma boa voz, ser coerente, ter clareza na pronuncia, saber o tom certo, a velocidade compatível com a pauta, saber adequar a linguagem para o cada publico e pronunciar cada palavra corretamente, não importando em qual língua ela seja, muitos locutores pecam na pronuncia, virando muitas vezes chacotas. Por isso devemos estar sempre atentos a pronuncia, estar sempre receptivo a criticas para assim corrigir nossas falhas. Alem disso o locutor tem sempre que exercitar a voz. Assim cada vez mais teremos prestigio e confiança do nosso publico.

Jordania Faval 2º RTV disse...

Preconceito Lingüístico – Marcos Bagno por Diego Barreto

O preconceito é visto e sentido de muitas formas.O preconceito linguístico é uma tipo que agride a todos, em cada região tem uma forma de falar e eles são firmes em falar que a sua forma é a correta.
A língua é dinâmica, ela muda, ela cresce e desenvolve de diferentes formas em diferentes regiões, o que podemos nos conscientizar é que ela é uma das formas culturais que cada grupo manifesta. Apesar de muitos povos falar o português cada um tem sua pronuncia diferenciada e isso é o que deixa essa língua tão versátil e prestigiosa.

Jordania Faval 2° RTV disse...

Rádio: a mídia da emoção – Guilherme

Saber a experiência de uma pessoa que tem um grande laço formado com o rádio é muito importante para nós, futuros radialistas.
Sobre a inspiração, transpiração e a emoção, são conceitos que temos que guardar não apenas para trabalhar em rádio mas em todo trabalho que iremos realizar .
Uma parte importante foi as questões sobre a tecnologia versus redução da mão de obra, inteligência, quociente emocional e interpessoal.
Este livro parece ser muito interessante. Gostei muito da forma em que o Guilherme expôs os conceitos do livro, criando um debate sobre alguns fatos.

Wanderson Martins disse...

Wanderson Martins
2º Ano de Comunicação Social – Rádio e Televisão

O Graduando Guilherme Tolosa do 2º ano de Comunicação Social com Habilitação em Radio e Televisão, realizou a apresentação do seminário do livro: "Rádio, a Mídia da Emoção", do Conceituado autor Cyro César, que por sua vez fez uma excelente apresentação.

O aluno destacou a importância do profissional de Radio lidar com a emoção e citou tópicos do livro que podem auxiliar o Profissional a se realizar profissionalmente, citando ainda as experiências do autor como radialista, desde a sua infância e o contato com o meio de comunicação que o autor adquiriu em sua trajetória.
A apresentação do aluno foi muito produtiva conseguindo manter sua linha de raciocínio mesmo com suas piadas, que por meio delas fez da apresentação um Seminário bem dinâmico e descontraído, sendo o livro apropriado para ele ler, segundo a Professora Neide.

Parabéns pela Apresentação do aluno Guilherme Tolosa e para a Professora Neide pelo apoio aos graduandos de Comunicação Social.

diogo disse...

O livro "As cerejas do comandante" da jornalista Lucia Helena Issa,traz o fascinante trabalho do jornalismo investigativo,onde a autora viaja por cidades de Cuba,colhendo depoimentos da população.Através desses depoimentos a autora mostra um outro lado do universo cubano.

Taiana Moura disse...

No livro "Como falar no rádio", o objetivo do autor é ajudar os profissionais da área, sendo alunos, professores ou comunicadores em geral, pois como ele mesmo diz: "O rádio cresceu muito no Brasil, mas a formação da mão de obra não acompanhou essa evolução mesmo nos meios acadêmicos". Ele aborda diversos temas, como a chegada do rádio ao Brasil, sobre a voz do profissional, de cuidados que se deve ter e exercícios práticos. Fala também sobre técnicas diante do microfone, postura, tipos de locução e o funcionamento de uma emissora. O livro é praticamente um guia prático para corrigir algumas falhas desses profissionais e ajudá-los a exercer melhor sua profissão, extremamente necessário para quem gostaria de seguir nessa área.

Taiana Moura - 2º RTV

Taiana Moura disse...

No livro "Jornalismo de rádio", o autor conta a história do rádio e como desde o início o rádio foi usado para formar opiniões e manipular a massa, por políticos ou religiosos e também dá dicas sobre texto no rádio, ética e pronúncia. Particularmente, achei o livro bem interessante não apenas para quem pretende trabalhar com o rádio, mas com o jornalismo em si.

Taiana Moura - 2º RTV

Taiana Moura disse...

No livro "Rádio - A mídia da emoção", o autor faz uma abordagem ampla do veículo: mitos e verdades sobre a voz, técnicas de relaxamento, locução e produção, dicas para fazer textos para rádio e também da preocupação que o profissional deve ter em se informar e aprimorar conhecimentos. O autor foca na necessidade do Radialista em aprimorar sua inteligência emocional e saber comunicá-la e expressá-la. Pois como diz o próprio autor: “Já se foi o tempo das grandes vozes na garganta com pouca coisa no cérebro. O comunicador precisa ter conteúdo, informação, opinião e muita cidadania”. Livro voltado para estudantes, profissionais ou interessados em geral, achei esse, um dos livros mais interessantes dos quais foram apresentados, pois realmente trata desse profissional de forma única, pois para o autor é a emoção a chave de toda essa arte: De lidar com o público.

Taiana Moura - 2º RTV

Wanderson Martins disse...

Nome: Wanderson Martins
Curso: 2 º Ano de Rádio e Televisão

O livro Manual de Telejornalismo da Central Globo de Jornalismo de 1988, apresentado pelos alunos James, Mariane e Roseli estudantes do 2º Ano de Rádio e Televisão, aborda diversos assuntos ligados a área de comunicação, em especial ao Telejornalismo.
A primeira vista achei que o livro fosse direcionado para Profissionais e Estudantes de Jornalismo, mas ao decorrer da apresentação e com as explicações passadas pelo grupo, observei que o livro aborda questões amplas e diversas, até mesmo para nós estudantes de rádio e televisão.
O Manual é dividido em duas partes, a primeira “As normas de Redação e Técnicas de Avaliação” que auxiliam na correção de erros frequentes e em avaliações de Textos. E a segunda parte, a “Imagem”, que por sua vez pode ser mais forte do que a palavra.
As informações contidas no livro são de extrema importância para nós graduandos em Comunicação e futuros profissionais, onde a leitura do Manual agrega tópicos que podem evitar falhas na prática Profissional.

Chiquinho Carteiro disse...

O livro “Preconceito lingüístico” de Marcos Bagno trata a língua portuguesa de modo peculiar, mostrando que o preconceito linguístico se inicia baseado na crença que só existe uma única língua portuguesa, a ensinada nas escolas. Os sotaques regionalistas são argumentos usados por Bagno para demonstrar essas variações lingüísticas. Um exemplo dado pelo autor é de como o sotaque nordestino é passado na televisão, de acordo com ele, um sotaque errôneo que os nordestinos desconhecem.
Outros considerados mitos pelo autor são descritos em seu livro, como:
"O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão social” e "É preciso saber gramática para falar e escrever bem" sempre utilizando de argumentos explicativos e contundentes para melhor esclarecimento do leitor.

Leila Diniz 2°Jornalismo

Leila Diniz disse...

O livro “Preconceito lingüístico” de Marcos Bagno trata a língua portuguesa de modo peculiar, mostrando que o preconceito linguístico se inicia baseado na crença que só existe uma única língua portuguesa, a ensinada nas escolas. Os sotaques regionalistas são argumentos usados por Bagno para demonstrar essas variações lingüísticas. Um exemplo dado pelo autor é de como o sotaque nordestino é passado na televisão, de acordo com ele, um sotaque errôneo que os nordestinos desconhecem.
Outros considerados mitos pelo autor são descritos em seu livro, como:
"O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão social” e "É preciso saber gramática para falar e escrever bem" sempre utilizando de argumentos explicativos e contundentes para melhor esclarecimento do leitor.

Leila Diniz disse...

O livro “ As cerejas do comandante” de Lucia Helena Issa, ex-aluna da FATEA, é instigante por mostrar Cuba, estando lá dentro. Com seu jornalismo investigativo Lucia Helena passou um tempo em Havana para relatar a vida e cotidiano de pessoas que vivem uma realidade diferente da conhecida por nós através do capitalismo. Universitárias que a noite se prostituem de acordo com a autora são algo comum naquele país. A autora consegue chamar a atenção para esse “Mundo desconhecido” através de sua linguagem atrativa.

Leila Diniz 2°Jornalismo

Leila Diniz disse...

O Livro “ Deu no jornal- O jornalismo na era da internet” de Álvaro Caldas, trata do jornalismo impresso hoje e suas barreiras criadas com a “era da internet”. O autor mostra o dia-a-dia dos jornais e suas adaptações, fala desde o lide às inovações tecnológicas como de diagramação, ilustração e fotografia, até a importância da ética no jornalismo.


Leila Diniz 2°Jornalismo

Kall disse...

Roteiro de cinema e televisão
Para iniciar um roteiro bem criativo segundo o autor devemos primeiramente imaginar como uma historia com o bordão “e se” para darmos continuidade ao romance, comedia, imitação, fofoca ou exibicionismo, para que haja contexto e motivação para se saber o final. Para isso uma serie de cuidados são tomados como o nome dos personagens, suas roupas seus núcleos e o mapa dos mesmos que determinara como cada um atuará.

Cassiano Brezolin

Diego Barreto disse...

O livro “Jornalismo de TV”, das autoras Luciana Bistane e Luciane Bacellar, apresentado em sala de aula pelo aluno Bruno Puccini, expõe sobre a profissão repórter, narram a trajetória do jornalismo no Brasil, além de dar dicas sobre a prática do telejornalismo. Sendo a TV a principal fonte de informação e entretenimento dos brasileiros e chegando a mais de 90% dos lares no país, o jornalismo deve ser transmitido com ética e não ser tendencioso, no livro, as autoras dizem que conquistar credibilidade é a satisfação de um profissional que se dedica à tarefa incansável de informar, e da melhor forma possível.

Diego Barreto – 4º RTV

Diego Barreto disse...

O “Manual de Telejornalismo da Central Globo de Jornalismo” é um instrumento obrigatório para todos os colaboradores da empresa envolvidos na área. Na apresentação em sala de aula, os alunos do 2º RTV, Roseli de Paula, Mariane dos Santos e James Farabello, apresentam a introdução do manual que diz que texto de tevê é para ser ouvido, e também, lido em voz alta pelo narrador. Além de afirmarem que o ritmo é essencial para a apreensão da mensagem, e que palavras que não soam bem, ou mal colocadas prejudicam este ritmo. O guia, ainda, apresenta requisitos para um bom repórter, apresenta recomendações de como utilizar tratamentos, verbos e expressões, e também, algumas regras técnicas de como utilizar os enquadramentos de imagem, microfones e o gerador de caracteres.

Diego Barreto – 4º RTV

mike disse...

A apresentação do aluno Diego sobre o livro "Preconceito lingüístico: o que é, como se faz", de Marcos Bagno, nos mostra como temos grande dificuldade em aceitar pessoas que falam ou escrevem de forma diferente da nossa. Diz também que não existe uma deficiência ou inferioridade e sim, apenas diferenças que devem ser respeitadas.

Thamyres Paixão disse...

No livro: A evolução do texto publicitário, Carrascoza, retrata o discurso deliberativo, que tem por finalidade convencer e aconselhar, cita também as figuras e funções de linguagem, e em razão dos 200 anos de anúncio publicitário traz inúmeras campanhas analisando sua rede semântica.

No decorrer do livro, o autor afirma que, o publicitário tem que ter um "algo mais", se manter informado e atualizado, enfim pensar sempre a frente para alcançar o sucesso profissional.

THAMYRES DE OLIVEIRA PAIXÃO
2° PUBLICIDADE E PROPAGANDA

Thamyres Paixão disse...

No livro: A evolução do texto publicitário, Carrascoza, retrata o discurso deliberativo, que tem por finalidade convencer e aconselhar, cita também as figuras e funções de linguagem, e em razão dos 200 anos de anúncio publicitário traz inúmeras campanhas analisando sua rede semântica.

No decorrer do livro, o autor afirma que, o publicitário tem que ter um "algo mais", se manter informado e atualizado, enfim pensar sempre a frente para alcançar o sucesso profissional.

THAMYRES DE OLIVEIRA PAIXÃO
2° PUBLICIDADE E PROPAGANDA

Daniele Karine Dias De Oliveira disse...

Danielle Dias - 2 ano de Jornalismo

Comentário do livro "As cerejas do comandante".

No livro "As cerejas do comandante", da jornalista Lúcia Helena Issa, a autora evoca um lado da sociedade cubana e da realidade social do país que não é perceptível sem um estudo mais aguçado e uma pesquisa de campo detalhada, aliás, os veículos de comunicação não atentam para esse lado exposto no livro pela autora, o da realidade cubana; um lado onde à educação e cultura compõem a sociedade, onde as lutas revolucionárias vividas por personagens da história que fizeram o país permanecem vivas na consciência da sociedade cubana. O marxismo e para quem já assistiu Doutor Jivago, aquelas cenas de divisão dos bens pregadas incessantemente por Marx, são reais na cidade de Cuba. Cuba é um país a parte, um mundo a parte dessa era contemporânea; não sou defensora do regime ditatorial de Fidel e nem a favor das práticas comunistas em nossa sociedade - não passam de utopias - essas idéias e ideais são distorcidas e prejudicadas por uma minoria que permanece no poder; mas o livro de Lúcia Helena Issa, gera um questionamento saudável acerca da realidade do país, uma oposição interessante para quem deseja conhecer uma realidade diferente aquela que vemos diariamente veiculadas pelos meios de comunicação atuais.

Daniele Karine Dias De Oliveira disse...

Danielle Dias - 2 ano de Jornalismo

Comentário do livro "As cerejas do comandante".

No livro "As cerejas do comandante", da jornalista Lúcia Helena Issa, a autora evoca um lado da sociedade cubana e da realidade social do país que não é perceptível sem um estudo mais aguçado e uma pesquisa de campo detalhada, aliás, os veículos de comunicação não atentam para esse lado exposto no livro pela autora, o da realidade cubana; um lado onde à educação e cultura compõem a sociedade, onde as lutas revolucionárias vividas por personagens da história que fizeram o país permanecem vivas na consciência da sociedade cubana. O marxismo e para quem já assistiu Doutor Jivago, aquelas cenas de divisão dos bens pregadas incessantemente por Marx, são reais na cidade de Cuba. Cuba é um país a parte, um mundo a parte dessa era contemporânea; não sou defensora do regime ditatorial de Fidel e nem a favor das práticas comunistas em nossa sociedade - não passam de utopias - essas idéias e ideais são distorcidas e prejudicadas por uma minoria que permanece no poder; mas o livro de Lúcia Helena Issa, gera um questionamento saudável acerca da realidade do país, uma oposição interessante para quem deseja conhecer uma realidade diferente aquela que vemos diariamente veiculadas pelos meios de comunicação atuais.

Daniele

Jeferson 2 RTV disse...

A apresentação do livro “Jornalismo de Rádio" de Milton Jung feita pelo aluno Michael Rafael do 2 ano de Rádio e TV da FATEA foi muito interessante, pois este livro conta toda história do rádio no Brasil.
Aborda também quem criou esta ferramenta tão utilizada até os dias de hoje e assuntos como ética, a paixão em ser um profissional desta área.
Parabéns ao aluno Michael Rafael pelo domínio do conteúdo.

Jeferson 2 RTV disse...

O Aluno Guilherme do 2 ano de Rádio e TV apresentou de maneira descontraída o conteúdo do livro” Rádio a Mídia da Emoção” de Cyro César.
Em sua apresentação o aluno se encarrega de mostrar o lado emocional que podemos passar com esta mídia, como o relato pessoal do autor sobre um caso em que o próprio Cyro César serviu de reconciliador de u relacionamento.
Parabéns ao aluno Guilherme pela apresentação descontraída que nos levou a uma melhor compreensão desta obra.

Jeferson disse...

A apresentação realizada em trio, Elisângela, Eduardo e Natália Mantovani abordou o livro “O Manual do Telejornalismo – os segredos da notícia na TV” dos autores Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima.
O livro mostra pontos de vista interessantes como a ética, os direitos e deveres dos jornalistas, liberdade de imprensa, os cuidados da internet na busca de informações, etc. Aborda também o trabalho do jornalista como reportagem, videoreportagem, apresentação de programas entre outros pontos que é de suma importância para vida dos jornalistas.
Parabéns ao trio pela apresentação e pela oportunidade de discussões em sala de aula.

Ana Paula de Almeida disse...

O livro de Paulo Nassar, "Tudo é comunicação", salienta a importância de todos os elementos na formação de uma imagem. Voltado para a comunicação organizacional e para assessoria de imprensa, o livro ressalta que pequenos detalhes fazem a diferença na construção de uma reputação, e ainda discute questões ligadas à ética e responsabilidade social, que são muito cobradas pelos consumidores. Um ótimo livro para quem pretende seguir a área de comunicação empresarial.

Ana Paula de Almeida
2º ano de jornalismo

Diego Barreto disse...

Após a Primeira Guerra Mundial, o rádio passou a ser o meio de comunicação mais popular e com a grande capacidade de transmitir entretenimento e informação aos ouvintes. Hoje, apesar das novas mídias e das novas tecnologias, preserva um público cativo e obtém novos ouvintes a cada dia. No livro de Milton Jung, “Jornalismo de Rádio”, apresentado pelo aluno Michael Rafael, do 2º ano de Rádio e Televisão, o autor apresenta a história deste meio de comunicação, além de mostrar o dia-a-dia do veículo e fornecer informações para quem pretende ser jornalista.

Diego Barreto – 4º RTV

Diego Barreto disse...

Os alunos Eduardo de Paula, Nathália Mantovani e Elisângela Paula, do 2º RTV, apresentaram o livro “Manual de Telejornalismo – Os segredos da notícia na TV”, de Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima, que nada mais é que um guia para jornalistas, funcionários e estudantes de Comunicação. Nele, os autores mostram como fazer uma reportagem, uma entrevista, também, como elaborar uma pauta, além de apresentarem alguns códigos de Ética. Porém, um tema discutido na obra é a imparcialidade, assunto bastante polêmico, que não passa de uma utopia expressada pelo código.

Diego Barreto – 4º RTV

Ninna Serra disse...

Os alunos Eduardo de Paula, Elisângela Ramos e Nathália Mantovani, do 2º ano de Rádio e TV, apresentaram o seminário sobre o livro "Manual de Telejornalismo – Os segredos da notícia na TV" de Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima.
Esse livro aborda tudo que um jornalista deve saber: como elaborar pautas, como se portar diante de reportagens e entrevistas, além de noções fundamentais da ética profissional.
Com a apresentação dos alunos, fica claro que os autores, ao escrever esse livro, pensaram na formação dos novos jornalistas, dos que já se formaram e dos que necessitam renovar suas ideias.

Ninna Mª Serra Barboza de Faria Reis
2º ano de Rádio e Televisão

Ninna Serra disse...

O livro “Jornalismo de TV”, de Luciana Bistane e Luciane Bacellar, apresentado em aula, por Bruno Puccini, é um excelente manual para jornalistas. Em 144 páginas, a obra aborda fatos importantes da evolução do jornalismo televisivo, fala sobre a produção de um telejornal e conta, também, como é o dia-a-dia desse importante profissional comprometido com a verdade.

Ninna Mª Serra Barboza de Faria Reis
2º ano de Rádio e Televisão

Taiana Moura disse...

No livro "Manual de Telejornalismo da Rede Globo" é explicado como funciona todo o processo de um Telejornal, desde os repórteres e suas matérias até os escritores de "scripts" e as preocupações da emissora a respeito da audiência. Segundo o manual, toda informação deve ser precisa e bem detalhada, cada imagem ou palavra é escolhida a dedo para não confundir ou distorcer os fatos para os telespectadores. Em geral, é um livro bem interessante que nos mostra como funciona esse método e como o padrão Globo de qualidade é um sucesso.

Taiana Moura - 2º RTV

Thamyres Paixão disse...

Na aula de redação publicitária, o aluno Pedro apresentou o livro: Intertextualidade - Diálogos Possíveis de Ingedore Grunfeld Villaça Koch, Monica Cavalcanti e Anna Christina Bentes um livro totalmente teórico e bem completo em relação a esse tema.
As autoras relatam as diversas denominações e classificações dos variados tipos de intertextualidade, tais como: Epígrafe, Citação,Paráfrase que se confunde com o plágio, pois o autor deixa claro sua intenção e a fonte,Paródia, Pastiche, Tradução Referência e alusão. Enfim um livro bem complexo e de extrema necessidade nesse ramo publicitário onde utilizamos a intertextualidade constantemente.

THAMYRES DE OLIVEIRA PAIXÃO BARROS
2º PUBLICIDADE E PROPAGANDA

Taiana Moura disse...

O livro "Manual de Telejornalismo", como o próprio nome diz, é um "manual", escrito por dois Jornalistas com grande experiência. O livro explica como montar uma pauta, como conduzir uma reportagem ou uma entrevista e também destaca a importante questão da ética dos repórteres e Jornalistas. Como diria uma frase do livro: "Liberdade de imprensa é a possibilidade de o dono de uma empresa divulgar o que quiser". Ou seja, o telejornalismo tem a liberdade de imprensa de divulgar as matérias de acordo com o seus interesses e com o interesse dos telespectadores, e não a "liberdade de expressão". O livro também é bem interessante pois mostra como é o trabalho do Jornalista: Reportagem, a produção, o texto, a edição, a entrevista e a apresentação do programa. Parabéns aos que fizeram a apresentação desse livro!

Taiana Moura - 2º RTV

Mile Araújo disse...

O livro "A arte de escrever bem" das autoras Dad Squarisi e Aríete Salvadore apresentado pela aluna Vanessa de Freitas pode ser considerado um “livro de cabeceira” para comunicólogos. Mesmo sendo o 2° ano em que estudamos português no curso de jornalismo muitas dúvidas ainda permeiam as cabeças dos alunos. A língua portuguesa exige de nós dedicação e treino, e a leitura de guias como este se torna essencial. Além de dicas para escrever um bom texto jornalístico, as autoras ensinam de maneira despojada algumas regras básicas e importantes da língua portuguesa. O livro é facilmente encontrado para download na internet. Não há desculpas para não lê-lo.

Taiana Moura disse...

O livro "Manual da redação da Folha de São Paulo" fala sobre o projeto da Folha e seu padrão de trabalho, explica a fotografia e a edição dentro da redação, a padronização e o estilo da folha, como por exemplo, quando usar abreviaturas, aspas e colchetes, e o que deve ser evitado, como: uso de cacoetes de linguagem e endereços e telefones pessoais. O livro também conta a história da Folha e sua estrutura, os procedimentos para a execução do jornal e as exigências de um profissional da folha. Livro interessante e bem completo, principalmente para quem pretende fazer parte do grupo de trabalho da Folha.

Taiana Moura disse...

"Ler, pensar e escrever" é um livro reflexivo, dá diversas dicas de como se interessar mais pela leitura, como por exemplo, ler duas vezes o mesmo livro, que a leitura deve ser sossegada e que não é suficiente ler por ler, só para dizer que leu. Dicas simples mas que realmente funcionam, principalmente quando a pessoa está começando a se interessar pela leitura ou que simplesmente gostaria de começar a ler.

Jéssica Queiroz 2° Jornalismo disse...

O livro "Tudo é comunicação" de autoria de Paulo Lassar, apresentado pela aluna Daniele, tem como foco, apresentar uma comunicação voltado para dentro de uma empresa.
"Administrar além de tudo é comunicar" é com essa frase que Lassar, salienta que a comunicação, não existe somente por meio de veículos de massa, como o rádio e a televisão, e que também uma empresa para sobreviver ela necessita de comunicação com ética , e sadia entre seus colaboradores , assim agradando seus consumidores.
Gostei do livro, pois mostra a importância de todos os elementos na construção da imagem do profissional, e que a comunicação é universal em todos os lugares e em todos os setores de uma empresa, um livro apropriado para estudantes que pretendem atuar em assessoria de imprensa.

Jéssica Queiroz 2° Jornalismo disse...

Fiquei muito interessada pelo o livro “Escrever melhor” elaborado pela escritora e jornalista Arlete Salvador, pois se trata de um guia para uma escrita melhor.
A autora saliente em seu livro os principais erros cometidos pelos os que gostam da escrita, “o excesso de palavras nem sempre colabora com o texto” Arlete acredita que um bom texto ele necessita de informações com objetividade, e que o seu tamanho não compromete a sua qualidade.
Para quem lida com o mundo da comunicação, este livro é fundamental.

«Mais antigas ‹Antigas   1 – 200 de 810   Recentes› Mais recentes»
 

VISITANTES

FALE CONOSCO

DATA E HORA